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Inteligência Artificial: qual linguagem utilizar?

A Inteligência Artificial (IA)  já faz parte de quase todas as coisas do nosso dia a dia e por isso, é essencial conhecer as melhores ferramentas utilizadas nessa área. Confira neste artigo as principais linguagens de programação recomendadas para profissionais de aprendizado de máquina!

Leia também: Programação para iniciantes: dicas de carreira

O que é Inteligência Artificial?

A inteligência artificial (IA) pode ser compreendida como um conjunto de diversas tecnologias que são capazes de simular ações humanas de maneira rápida e assertiva. Um exemplo das funções provenientes da inteligência artificial são os testes de raciocínio, análise para tomada de decisões e automatização de tarefas.

Portanto, podemos dizer que a IA é uma ciência da computação cujo objetivo principal é usar a tecnologia para o progresso. Além disso, existem diversas linhas de estudo da inteligência artificial, entre elas: jogos, robótica, reconhecimento de voz e escrita, linguagem de programação, entre outras. 

Inteligência Artificial: qual linguagem utilizar?

Existem muitas dúvidas sobre quais as melhores linguagens de programação para inteligência artificial. Veja abaixo as 5 mais populares:

1. Python

Python é uma linguagem de programação que pode ser utilizada para as mais diversas aplicações. Ela foi projetada visando ser de fácil leitura e utilização, contendo uma quantidade de códigos muito menor do que os códigos feitos em Java e C + +, por exemplo.

Multiplataforma, ela é uma linguagem que ganhou muito destaque nos últimos anos por ser de fácil leitura e utilização, além de ter se tornado uma das principais linguagens para o desenvolvimento de IA, Machine Learning e Big Data  — áreas em grande crescimento nos últimos anos.

O Python é uma das linguagens de programação mais recomendadas para ser utilizada na inteligência artificial, pois:

  • É uma linguagem universal e você pode escrever qualquer coisa nela – desde um serviço em nuvem a uma rede neural;
  • Tem uma comunidade ativa e um grande número de ferramentas de ML gratuitas;
  • Iniciantes em desenvolvimento geralmente começam com Python por sua sintaxe ser simples e direta.

2. C++ 

C ++ é uma linguagem poderosa no qual os programas são executados de forma estável e rápida. Entretanto, muitas pessoas não gostam por causa da sintaxe complexa e da abundância de funções abstratas. 

A vantagem do C ++ é que você pode gerenciar manualmente a RAM e a recuperação de dados. Isso ajuda a otimizar o trabalho do programa se houver muitos dados para processar, se os recursos forem limitados e a velocidade for crítica.

3. JavaScript

Também conhecida como JS, JavaScript é uma linguagem de programação usada para desenvolver aplicações, sistemas e serviços de alta complexidade. Ela é uma das linguagens mais populares e isso é dado pelo fato dela possuir uma curva de aprendizado consideravelmente fácil, por mais que a linguagem tenha as suas particularidades. 

Provavelmente você já tenha ouvido falar do JavaScript apenas em conjunto com HTML e CSS quando se trata de web design e front-end. Mas o que muitos não sabem é que JS também pode ser usado para desenvolver interfaces de usuário.

4. Java

Java nada mais é do que um tipo de linguagem de programação criada e comercializada pela Sun Microsystems em 1995 e atualmente mantida pela Oracle. Ela é definida como uma linguagem de programação orientada a objetos que é amplamente usada para o desenvolvimento de sites e aplicativos.

Dica: se você já é familiarizado com Java, sugerimos que você pule para o aprendizado de máquina com ele. Mas se você não o conhece e está indo para a IA, é melhor aprender outro idioma. Existem muitos projetos de aprendizado de máquina Java no GitHub. Mas a infraestrutura no campo de ML para o mesmo Python é muito mais rica, é mais fácil aprendê-la do zero a um bom nível.

5. C #

C # é uma linguagem versátil, flexível e rica em recursos da Microsoft. Ele permite que os programadores escrevam tudo, desde aplicativos de sistema a sites. A Microsoft oferece suporte ativo ao C # e até criou a biblioteca ML.NET para ele, que contém tudo o que você precisa para trabalhar com aprendizado de máquina. 

A empresa vem testando ativamente a biblioteca há anos e só depois disso a tornou disponível ao público. Conforme concebido pelos desenvolvedores, ele deve se tornar uma alternativa para várias bibliotecas Python e tornar o C # a linguagem líder em ML. 

Popularidade das linguagens no mercado de trabalho

Geralmente os empregadores procuram candidatos com experiência em desenvolvimento em uma destas linguagens:

  • Python: A maioria das empresas usa python e suas bibliotecas. Ele é versátil e pode se integrar a qualquer coisa, além de poder ser adaptado para aprendizado de máquina graças ao grande número de bibliotecas;
  • C ++: Esta é a segunda linguagem mais popular entre os empregadores. Quando surge uma tarefa do mundo da Internet das Coisas ou da robótica, você tem que trabalhar diretamente com o hardware e não pode ficar sem ele;
  • Java: Uma das línguas mais populares do mundo. Portanto, é mais fácil para as empresas contratar um desenvolvedor para seu projeto neste idioma.

Curtiu o conteúdo? Se você tem interesse na área de programação, não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode iniciar hoje! Nós, da Mentorama, oferecemos todo o suporte necessário para que você aprenda do zero as linguagens de programação  mais modernas e desejadas do momento.

Quer saber o melhor de tudo? Você aprenderá com os melhores mentores do mercado de programação do Brasil. Embarque nesta missão conosco e se torne um profissional em poucos meses.

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo.

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Java e Javascript: quais as diferenças?

Java e Javascript são uma das linguagens de programação mais utilizadas do mundo, além de serem influenciadas pela linguagem C. Apesar de serem semelhantes em alguns aspectos, há muitas diferenças entre elas! Continue lendo e descubra neste artigo quais são elas. 

Leia também: 8 linguagens de programação mais usadas no mercado

Java: o que é?

Java é uma linguagem de programação criada e comercializada pela Sun Microsystems em 1995 e atualmente é mantida pela Oracle. Ela é definida como uma linguagem de programação orientada a objetos que é amplamente usada para o desenvolvimento de sites e aplicativos.

A principal função do Java é construir aplicações em rede, como jogos e programas. Ou seja, um programador Java consegue projetar softwares que podem ser operados e distribuídos em múltiplas plataformas, como mac, windows e linux sem a necessidade de modificá-los e, inclusive, sem pensar na arquitetura da máquina.

Javascript: o que é?

Também conhecida como JS, JavaScript é uma linguagem de programação usada para desenvolver aplicações, sistemas e serviços de alta complexidade. Ela é uma das linguagens mais populares e isso é dado pelo fato dela possuir uma curva de aprendizado consideravelmente fácil, por mais que a linguagem tenha as suas particularidades. 

Sabe quando você passa o mouse em um ítem do menu, e aparece um submenu com vários outros itens? Isso ocorre graças ao JavaScript. Usando essa linguagem, é possível incluir, em uma página estática, elementos dinâmicos como mapas, formulários, operações numéricas, animações, infográficos interativos e muito mais.

Diferenças entre Java e Javascript

JavaScript é uma linguagem de programação interpretada, ou seja, pode ser lida e traduzida ao mesmo tempo que o programa está sendo executado. Enquanto isso, o Java é uma linguagem compilada: passa por uma JVM (Java Virtual Machine) de forma que ela é interpretada e traduzida.

Outra diferença é que JavaScript é uma linguagem weakly-typed, enquanto Java é uma linguagem strongly-typed. Estas definições estão relacionadas com quão estreitas são as regras de escrita de ambas.

Além disso, outro ponto que as diferencia é o fato delas não serem utilizadas com o mesmo propósito. Enquanto Javascript é uma linguagem recomendada para apps, websites e front-end, Java é uma linguagem mais voltada para back-end e aplicações independentes de outro software e hardware. 

Java e Javascript: como dominá-los?

Agora que você já sabe a diferença entre elas, que tal aprender um pouco sobre essas duas linguagens de programação que são as mais utilizadas no mercado?

Com o “Javascript em front-end”, você aprenderá na prática a lógica da programação na linguagem mais usada do mundo e poderá ingressar em uma carreira de sucesso que não para de crescer.

Além disso, com o “Java do zero ao PRO”, você terá um panorama completo dessa área e poderá aprender do zero, tornando-se um profissional altamente capacitado para o mercado de trabalho. 

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. 

É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo!

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Cientista e analista de dados: qual a diferença?

Vivemos em uma era onde a transformação digital está em constante evolução e todos os dias surgem novas tecnologias que dependem de grandes quantidades de dados. A demanda por profissionais qualificados dessa área cresce cada dia mais e daqui a dez anos isso estará em ainda mais evidência. 

Para quem busca uma área requisitada, bem remunerada e que está em constante ascensão, apostar nas profissões de analista e cientista de dados é a pedida certa! Apesar de serem semelhantes por trabalharem com dados, há uma grande diferença entre essas duas profissões e nós vamos te explicar melhor nesse artigo. Continue lendo e acompanhe!

Leia também: Ciência de dados: o que é, o que faz e para que serve?

Ciência de dados: o que é?

Ciência de Dados ou Data Science é uma ciência que visa estudar as informações, processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados. Além disso, ela envolve diversas disciplinas, entre elas: estatística, computação, conhecimento do negócio e matemática.

Além da grande quantidade de dados disponíveis, o que incentiva a revolução na área de dados são as tecnologias que alteram a forma como coletamos, armazenamos, analisamos e transformamos as informações.

A Data Science vai muito além de interpretar números, a partir dela é possível tomar decisões, fazer previsões e estabelecer estimativas, sendo uma ótima oportunidade de crescimento para as empresas. Em resumo, a ciência de dados trata de infraestrutura, testes, aprendizado de máquina para tomada de decisões e produtos de dados.

Analista de dados: o que faz?

O analista de dados ou analista de big data, é responsável por reunir, analisar e interpretar dados estatísticos utilizando ferramentas de análise de dados com o objetivo de chegar a alguma conclusão ou resultado com insights significativos para empresas ou clientes que tomarão decisões.

Em resumo, o profissional que trabalha com análise de dados é responsável por extrair significados e estruturar os dados para encontrar padrões e obter insights relevantes. Além disso, uma curiosidade sobre esse profissional é que ele não precisa ter um conhecimento de alto nível de interpretação de dados de um cientista ou as habilidades de um engenheiro de software. 

O que faz um Cientista de Dados?

Antes de falarmos sobre esse profissional, é importante ressaltar que segundo a Harvard Business Review, a profissão de cientista de dados é a mais sexy do século 21.

Ao contrário do analista de dados, o cientista precisa ter um alto nível de conhecimento de interpretação de dados já que em seu dia a dia, ele analisa e interpreta dados brutos em soluções de negócio utilizando algoritmos para criar modelos estatísticos, além de solucionar problemas e ampliar estratégia de negócios com base em algoritmos de Machine Learning e Big Data.

De forma geral, esse profissional desempenha as mesmas funções de um analista, entretanto, a  diferença entre eles é que o cientista de dados trabalha com algoritmos mais avançados.

Na indústria da tecnologia, por exemplo, os cientistas de dados estabelecem uma base de dados sólida para realizar mapeamento e após isso, utilizam experimentos virtuais e outros métodos com o objetivo de alcançar um crescimento sustentável através desses dados e, em seguida, desenvolvem pipelines de aprendizado artificiais de produtos de dados personalizados a fim de compreender os negócios dos seus clientes.  

Cientista e analista de dados: como se tornar um?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, qualquer pessoa pode se tornar um cientista de dados ou analista de dados e não existe um pré-requisito para embarcar nessa carreira promissora. 

Com o Profissão Cientista de Dados, você terá um panorama completo da área de Ciência de Dados e vai aprender desde os fundamentos básicos, até os conhecimentos avançados.  O Profissão Cientista de Dados é uma combinação de quatro cursos diferentes para que você se torne um expert e ingresse em uma carreira de sucesso que está em ascensão.

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. 

É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo!

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Programação para iniciantes: dicas de carreira

Segundo o levantamento da Brasscom, a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024, no país. Atualmente, segundo a entidade, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico por ano, ou seja, sobram vagas e falta mão de obra.

Todos os dias surgem novas tecnologias que dependem de programadores e, por isso, a demanda por profissionais qualificados dessa área está crescendo cada vez mais e daqui a dez anos isso estará em ainda mais evidência. 

Em comemoração ao Dia da Educação, nós selecionamos dicas exclusivas para você que tem interesse na área de programação e quer aprender a programar. Continue a leitura e confira algumas dicas para ajudá-lo em sua carreira como programador!

Leia também: 8 linguagens de programação mais usadas no mercado

Estude o mercado de trabalho

Antes de iniciar o processo de aprendizagem, é primordial que você dê o primeiro passo e realize uma pesquisa de mercado para ter certeza se é isso que você quer para o seu futuro. 

Uma boa dica é conversar com profissionais experientes e adquirir o máximo de conhecimento, afinal, é por meio deles que você construirá seu networking e terá um panorama completo da área de programação.

Tente colher o máximo de informações possíveis, dessa forma, você vai garantir que realmente quer ingressar nessa área e menor será o risco de escolher uma carreira que te cause frustração no futuro. 

Comece pela lógica de programação

Programar, independentemente de qual linguagem seja utilizada, sempre se baseia em conceitos básicos de lógica. Por isso, um dos passos mais importantes para quem quer começar a programar, é estudar um pouco da lógica de programação.

A lógica de programação é muito importante pois é através dela que você poderá construir o raciocínio computacional necessário. Além disso, é interessante conhecer os fluxogramas e compreender como eles são importantes para resumir o funcionamento dos sistemas. 

Após entender as diferenças e a semelhança entre esses padrões de modo, é hora de partir para o próximo passo: escolher uma linguagem de programação.

Escolha sua linguagem de programação

A linguagem de programação nada mais é do que a ferramenta utilizada para resolver problemas e, de forma geral, ela quase sempre é a mesma, variando apenas de acordo com a tecnologia escolhida. Veja só os tipos de linguagens existentes e suas funcionalidades:

  • Java: é definida como uma linguagem de programação orientada a objetos que é amplamente usada para o desenvolvimento de sites e aplicativos. Sua principal função é construir aplicações em rede, como jogos e programas;
  • JavaScript: é uma linguagem de programação usada para desenvolver aplicações, sistemas e serviços de alta complexidade, como incluir elementos dinâmicos como mapas, formulários, infográficos e muito mais;
  • Python: é uma linguagem de programação que pode ser utilizada para as mais diversas aplicações, como no back-end de sites e sistema web, sendo utilizado pelo Google, Youtube e até mesmo a NASA;
  • Linguagem C: é com ela que o estudante aprende a lógica de criação de algoritmos, por ser intuitivo e de fácil aprendizado. Apesar de não ser a linguagem ideal para algumas aplicações, é possível fazer de tudo um pouco com ela; 
  • PHP: é uma linguagem de programação utilizada por programadores e desenvolvedores para construir sites dinâmicos, extensões de integração de aplicações e agilizar o desenvolvimento de um sistema;
  • SQL: é utilizada para realizar tarefas complexas, como por exemplo, escrever queries e fazer consultas ou manipulações. No entanto, ela também pode executar tarefas simples em tabelas.
  • C#: é uma linguagem de programação orientada a objetos desenvolvida pela Microsoft, que roda sobre o .NET. que nos permite criar diversos tipos de aplicações, tais como, aplicações web, desktop, mobile, IoT e outras;
  • C++: é utilizado no desenvolvimento de softwares mais pesados, como sistemas integrados (CRM) e também é possível desenvolver games, compiladores, editores, ferramentas de programação, programas de redes e muito mais.

Faça exercícios diários

Para iniciantes em programação, a melhor forma de consolidar conhecimento é colocá-lo em prática. Reserve um tempo do seu dia para rever tudo aquilo que você aprendeu e pode começar realizando tarefas práticas e rápidas, como operações entre números, por exemplo.

Esse tipo de atividade são essenciais para que você treine as regras da linguagem de programação e experimente as boas práticas de programação. Além disso, é interessante que você se desafie a buscar formas diferentes de chegar a um mesmo resultado.

Faça cursos na área

Por fim, mas não menos importante: realize cursos sobre programação! Ter uma rede de apoio é muito vantajoso e vai muito além de apenas fazer networking ou ter referências. Participar de eventos, começar um novo curso, tirar as suas dúvidas e trocar experiências te ajuda a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Games e Marketing. Para ficar por dentro do nosso cronograma, clique aqui e já se inscreva para o próximo webinar!

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. 

É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas do mercado! Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba mais.

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Java: o que é, para que serve e porque preciso dele?

A linguagem java foi criada e comercializada pela Sun Microsystems em 1995 e atualmente mantida pela Oracle. Ela é definida como uma linguagem de programação orientada a objetos que é amplamente usada para o desenvolvimento de sites e aplicativos.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, Java está presente na maioria dos lugares, entretanto, muitas pessoas não o conhecem ou sequer sabem que ele existe. Para desmistificar os receios em torno dessa linguagem e acabar de vez com todas as suas dúvidas, continue lendo e saiba o que é, para que serve e porque precisamos dele! 

Java: o que é?

Apesar de parecer um bicho de sete cabeças, você provavelmente já teve contato com essa linguagem de programação e nem imagina. 

Uma linguagem de programação Java permite que você escreva instruções para serem executadas pelos computadores. Essas instruções construídas em Java são chamadas de software, popularmente conhecido como programa de computador. 

Em resumo, software é o que permite a você controlar o hardware. Quando falamos de computador, devemos ter em mente que existem desde computadores grandiosos, até microcomputadores.  

A principal função do Java é construir aplicações em rede, como jogos e programas. Ou seja, um programador Java consegue projetar softwares que podem ser operados e distribuídos em múltiplas plataformas, como mac, windows e linux sem a necessidade de modificá-los e, inclusive, sem pensar na arquitetura da máquina.

Java: onde é utilizado?

Apesar de grande parte das pessoas não saberem, o Java em qualquer lugar e atualmente está presente em muitas coisas do nosso cotidiano, podendo encontrá-lo em:

  • Anéis: o anel smart ring é um clássico que “roda” programas de java no seu interior, lhe dando diversas opções de gestos para acessar um app, trocar de música ou bloquear a tela do seu smartphone;
  • Supercomputadores: responsável pelos trilhões de cálculos por segundo feitos os supercomputadores utilizam a linguagem java;
  • GPS: o próprio Google Maps foi criado utilizando a linguagem de programação Java;
  • Cartão de crédito: os cartões da Visa, por exemplo, utilizam a linguagem de programação Java;
  • Terminais lotéricos: ao realizar o pagamento de um boleto, você está utilizando a linguagem Java para efetuar essa ação;
  • Jogos: o java auxilia bastante no desenvolvimento de jogos, devido à sua versatilidade e tamanho de conteúdo.

Além disso, podemos criar aplicações embarcadas através do Java Embedded, aplicações mobile para Android através do Android SDK, aplicações desktop com o Java SE e ainda aplicações web e corporativas de larga escala através do Java EE. 

Java: por que utilizar? 

A escolha da linguagem de programação é uma decisão crucial na carreira de um programador, afinal, existem inúmeras linguagens de programação e algumas foram construídas para propósitos específicos, enquanto outras foram desenvolvidas única e exclusivamente para desenvolver páginas na internet.

Java é uma das poucas linguagens de programação que você pode utilizar para construir praticamente qualquer coisa

Um dos principais fatores que levam as pessoas a escolherem esse tipo de linguagem é a facilidade de aprender, além de ser extremamente poderosa, permitindo a você fazer vários tipos de programas com diferentes propósitos. 

Além disso, a linguagem de programação Java é madura, ou seja, você não corre o risco de estar escolhendo uma linguagem que possa desaparecer daqui a pouco tempo. O Java está em constante evolução e se mantém presente nas primeiras posições no ranking de linguagem de programação mais populares e promissoras do mundo. 

Além dos motivos citados acima, a demanda por profissionais qualificados está crescendo a cada ano e, se você deseja entrar no mercado de TI, tornar-se um programador Java será uma boa decisão para garantir empregabilidade e um salário promissor. 

De acordo com o Glassdoor, o salário médio de um desenvolvedor de Java no Brasil é de R$ 60.000,00 por ano e R$ 8.000 por mês para profissionais com cargo de desenvolvedor sênior. 

Java: onde posso trabalhar?

Segundo o levantamento da Brasscom, a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024, no país. Atualmente, segundo a entidade, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico por ano, ou seja, sobram vagas e falta mão de obra.

A demanda por desenvolvedores é crescente nos mais diferentes segmentos, passando por indústrias, serviços e mercado financeiro.

Todas as gigantes de tech e varejo no mundo vão aumentar seus quadros de contratações. O segmento de meios de pagamento e aplicativos também criou uma demanda enorme por devs no pós-pandemia, devido ao crescimento da procura por produtos e serviços online.

A carreira de um desenvolvedor Java vai muito além do que podemos imaginar. O profissional dessa área tem um leque de possibilidades, podendo atuar desde a programação até níveis de gestão e liderança.

Geralmente, os profissionais começam no nível júnior, escrevendo códigos simples e entendendo o ciclo de vida das aplicações. Quando alcançam o nível pleno e sênior, já conseguem criar aplicações do começo ao fim.

Quando atingem a experiência necessária para exercer cargos de liderança, podem se tornar gerentes de desenvolvimento, arquitetos e engenheiros de TI. No estágio mais alto, podem atuar como diretor de tecnologia, sendo responsável pela visão estratégica, planejamento e execução dos projetos de tecnologia.

Java: o que é preciso para ser um desenvolvedor?

Se você não sabe absolutamente nada sobre Java e está perdido, fique tranquilo! Nós, da Mentorama, oferecemos todo o suporte necessário para você aprender a linguagem de programação mais amigável e procurada do mundo a partir do zero.

Para novatos que realizarem nosso curso, você vai conseguir uma posição júnior e iniciar uma carreira como desenvolvedor Java, encontrando um emprego na sua cidade ou trabalhando remotamente.

Para desenvolvedores iniciantes, você terá a oportunidade de crescer profissionalmente por meio de  comentários e conselhos valiosos de desenvolvedores experientes na área. 

Java: do zero ao PRO  consiste em um curso de 8 meses de aprendizagem na prática, mentores para corrigir as tarefas e dar recomendações para o seu desenvolvimento e o melhor de tudo: oportunidade de trabalho para os alunos.

Na área de desenvolvimento de software, o Inatel possui diversas oportunidades de trabalho e os alunos da Mentorama terão a oportunidade de participar do processo seletivo para concorrer às vagas de emprego como Especialista em Sistemas no Inatel para atuar em um projeto global em conjunto com uma multinacional do setor de Telecomunicações.

Após a conclusão do curso, você estará apto para: 

  • Escrever um código bem estruturado;
  • Escrever código usando princípios da POO;
  • Testar seu software;
  • Desenvolver aplicativos de desktop;
  • Trabalhar com versões no Git;
  • Associar aplicativo a um banco de dados;
  • Otimizar o desempenho do software;
  • Escrever aplicativos da web;
  • Criar aplicativos móveis.

Venha mudar o seu futuro com a Mentorama! Não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode começar hoje mesmo. 

A Mentorama conta com um time de especialistas preparados para ouvir o seu desafio e transformá-lo em solução. Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba mais!

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Desenvolvedor Front-End: tudo sobre a profissão!

Sabe quando você acessa um site e fica impressionado com a usabilidade e experiência do usuário? Então, agradeça ao Desenvolvedor Front-End! Esse profissional é responsável por criar a interface de utilização de um site ou aplicação web, proporcionando uma melhor experiência para você.

O Desenvolvedor Front-End desempenha um papel de grande importância, afinal, ter um sistema super funcional no back-end é interessante, mas se ele não for atraente e de fácil acesso, de nada adianta. E é justamente nesse cenário que o front-end atua facilitando a usabilidade de um sistema web e mudando a experiência do usuário para melhor.

Se você está em busca de uma recolocação ou até mesmo de um desafio, tenho uma boa notícia para você: A carreira de Desenvolvedor Front-End só tem crescido e é uma ótima escolha para quem deseja investir em uma área promissora e bem remunerada. Continue lendo e saiba mais!

Desenvolvedor front-end e back-end: qual a diferença?

Antes de falarmos sobre o que é um desenvolvedor front-end, é importante esclarecermos a diferença entre front-end e back-end. Se, dentro de uma aplicação, você souber distinguir a diferença entre esses termos, já é um bom começo!

Back-end:

Quando falamos de back-end, estamos falando da parte que está por trás das interfaces, se comunicando com os servidores, guardando informação no banco de dados e definindo as regras do negócio.

Front-end:

Enquanto front-end refere-se a todo o conteúdo que fica visível para o público, ou seja, ele é responsável pela interação com o usuário. Para exemplificar, o layout, efeitos visuais e até mesmo a validação dos formulários do site que você visita são feitas por um Desenvolvedor Front-End. 

Apesar de serem diferentes, ambos se complementam e são igualmente importantes para o desenvolvimento de um site ou aplicação web de qualidade.

Desenvolvedor front-end: o que faz?

Falando especificamente em front-end developers, esses profissionais possuem o importante papel de criar páginas utilizando HTML, CSS e Javascript, normalmente utilizando um layout pré-definido por um designer. Ou seja, ser um Desenvolvedor Front-End exige muito trabalho em equipe com o intuito de oferecer a melhor experiência possível ao usuário.

Ser um Desenvolvedor Front-End requer muita atenção aos detalhes e, principalmente, espírito de equipe. O objetivo principal é garantir que o design esteja de acordo com o que foi pré-definido, ou que a usabilidade esteja fluida. O usuário é a prioridade desses profissionais, afinal, a experiência do usuário é crucial para mantê-lo em seu site.

O Desenvolvedor Front-End pode desempenhar várias funções dentro de uma empresa, entre as que mais comuns, podemos citar:

  • Garantindo o bom desempenho visual de um site;
  • Assegurando que os elementos gráficos do site fiquem semelhantes aos que foram pré-definidos pelo designer;
  • Verificando se a relação entre layout e código produzido está compatível e faz sentido;
  • Organizando a disposição textual e gráfica de um site/aplicação web;
  • Harmonizando a estrutura da página, equilibrando elementos visuais, como tamanho do cabeçalho, fonte da letra, tamanho do rodapé, número de colunas textuais/gráficas, cores e outros;
  • Proporcionando uma boa velocidade de processamento das informações visuais pelos diferentes hardwares.

Desenvolvedor front-end: onde posso trabalhar?

A carreira de Desenvolvedor Front-End está entre as profissões mais promissoras do mercado, consequência dos investimentos em transformação digital nas empresas e a disseminação de startups. 

A profissão de Desenvolvedor Front-End foi a mais procurada no Brasil por 3 anos consecutivos e, segundo o Indeed.com, o salário médio de um front-end no Brasil é de R$ 79.735 por ano!

Um Programador Front-End Júnior ganha em média R$ 4.008,91, o nível pleno recebe cerca de R$ 4.615,18, já o sênior tem uma média salarial de R$ 6.928,45 mensais de acordo com pesquisa do Salario.com.br junto aos dados oficiais do CAGED de profissionais demitidos no mercado de trabalho.

Segundo o levantamento da Brasscom, a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024, no país. Atualmente, segundo a entidade, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico por ano, ou seja, sobram vagas e falta mão de obra.

Assim como ocorre com outros cargos na área de TI, o desenvolvedor front-end pode atuar em empresas de todos os tamanhos. Apesar disso, é mais comum encontrá-los em empresas mais novas, como startups.

Há espaço em várias áreas, como grandes empresas de software, departamentos de TI corporativos e empresas de serviços. Esses profissionais também podem atuar como consultores e autônomos para pequenas e médias empresas. Além de também haver espaço no meio acadêmico, para a realização de pesquisas. 

Esses profissionais tendem a encontrar oportunidades em grandes empresas de desenvolvimento de softwares e também em outros setores. O mercado automotivo, por exemplo, precisa de desenvolvedores para seus computadores de bordo. Além disso, é possível atuar de forma autônoma.

Desenvolvedor front-end: como se tornar um?

Para os entusiastas e futuros desenvolvedores, a boa notícia é que o mercado de trabalho para profissionais de front-end é altamente promissor e bem remunerado. Além disso, há muitas possibilidades de vagas na área, podendo atuar desde os níveis de conhecimento mais básicos, até o modo mais avançado.

A profissão de Desenvolvedor Front-End foi a mais procurada no Brasil por 3 anos consecutivos e, segundo o Indeed.com, o salário médio de um front-end no Brasil é de R$ 79.735 por ano!

Se você está em dúvida ou não sabe por onde começar, fique tranquilo! Nós oferecemos todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e transformá-los em sucesso.

Com o Desenvolvimento Front-End: do zero ao PRO, você aprenderá a marcação com o HTML, a estilização com o CSS e os básicos de interatividade com o JavaScript. Além disso, você terá a oportunidade de criar interfaces fáceis de usar e rápidas de carregar, que os usuários vão adorar.

São 6 meses de aprendizagem na prática, 20 módulos descrevendo cada passo, os melhores profissionais do mercado como mentores para acompanhar o seu projeto e 3 projetos para incluir no seu portfólio!

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Criar interfaces convenientes e apresentar a informação da melhor maneira possível;
  • Criar páginas web que serão igualmente lindas em qualquer navegador e qualquer dispositivo, desktop ou aparelho móvel;
  • Aprender as técnicas para prevenir o carregamento lento;
  • Dominar o JavaScript e habilitá-lo em suas interfaces para que sejam funcionais e interativas;
  • Aprender a trabalhar com o sistema de controle de versões — aplicar câmbios ao projeto ao mesmo tempo com outros desenvolvedores;
  • Tornar as páginas web mais atrativas e melhorar o UX com animações.

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a se tornar um Desenvolvedor Front-End de sucesso.

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8 linguagens de programação mais usadas no mercado

 

Existe uma grande variedade de linguagens de programação, entretanto, é preciso saber identificar quais delas são mais adequadas para certos tipos de negócios e empresas. Além disso, é preciso ter cautela ao escolher o seu tipo de linguagem, afinal, ela pode não ser tão requisitada no mercado de trabalho.

Para ajudá-lo nessa missão (nada impossível!), selecionamos as oito linguagens de programação mais utilizadas no mercado e quais as diferenças entre elas. Continue lendo e saiba mais!

Linguagens de programação: o que são?

As linguagens de programação são padrões de codificação binária, com sintaxe e semânticas específicas. Graças a esses conjuntos de códigos e recursos, é possível criar programas e sistemas para resolver os mais diversos problemas do nosso cotidiano.

Para exemplificar: nós, seres humanos, nos comunicamos por meio de um idioma, enquanto isso, os computadores falam por meio da codificação binária. Para que ambos possam se comunicar, é necessário o auxílio de um intermediador: a linguagem de programação. 

Através dela, é possível programar  de uma forma que um programa de computador traduza as instruções para o computador. De outra forma, caso seja uma linguagem interpretada, as instruções seriam repassadas a um interpretador para a sua execução.

Em resumo, as linguagens de programação existem para ser o canal de comunicação de um programador com o hardware. 

Linguagens de programação: quais os tipos?

Agora que você já compreendeu o que são as linguagens de programação e com qual propósito elas surgiram, vamos conhecer quais os tipos:

Java

Java nada mais é do que um tipo de linguagem de programação criada e comercializada pela Sun Microsystems em 1995 e atualmente mantida pela Oracle. Ela é definida como uma linguagem de programação orientada a objetos que é amplamente usada para o desenvolvimento de sites e aplicativos.

A principal função do Java é construir aplicações em rede, como jogos e programas. Ou seja, um programador Java consegue projetar softwares que podem ser operados e distribuídos em múltiplas plataformas, como mac, windows e linux sem a necessidade de modificá-los e, inclusive, sem pensar na arquitetura da máquina.

JavaScript 

Também conhecida como JS, JavaScript é uma linguagem de programação usada para desenvolver aplicações, sistemas e serviços de alta complexidade. Ela é uma das linguagens mais populares e isso é dado pelo fato dela possuir uma curva de aprendizado consideravelmente fácil, por mais que a linguagem tenha as suas particularidades. 

Sabe quando você passa o mouse em um ítem do menu, e aparece um submenu com vários outros itens? Isso ocorre graças ao JavaScript. Usando essa linguagem, é possível incluir, em uma página estática, elementos dinâmicos como mapas, formulários, operações numéricas, animações, infográficos interativos e muito mais.

Python

Python é uma linguagem de programação que pode ser utilizada para as mais diversas aplicações, entre algumas delas: o Google Maps que foi desenvolvido utilizando a linguagem de programação Python, o desenvolvimento de sites e portais e o Google que utiliza essa linguagem para realizar a busca na web.  

Ela foi projetada visando ser de fácil leitura e utilização, contendo uma quantidade de códigos muito menor do que os códigos feitos em Java e C + +, por exemplo.

O Python é muito semelhante à língua inglesa, além de ser utilizado por diversas empresas e instituições bem sucedidas no mercado, como Google, Youtube e até mesmo a NASA!

Linguagem C

Sendo bastante comum no ambiente acadêmico, é com a linguagem C que o estudante aprende a lógica de criação de algoritmos, por ser intuitivo e de fácil aprendizado. Não é necessário montar um ambiente local na máquina para executá-lo, afinal, a maioria dos sistemas operacionais já o utilizam como base.

Apesar de não ser a linguagem ideal para algumas aplicações, é possível fazer de tudo um pouco com a linguagem C. Uma de suas características é a modularidade: são diversos blocos em que as funções não estão interligadas. O exemplo mais conhecido de uso é o sistema operacional Linux.

PHP

Quando falamos em websites, a linguagem de programação PHP é uma das mais indicadas e utilizadas. Você provavelmente já usou o Facebook e o WordPress, não é mesmo? Muitos profissionais da área utilizaram o PHP para aprimorá-los. 

Em resumo, PHP é uma linguagem de programação utilizada por programadores e desenvolvedores para construir sites dinâmicos, extensões de integração de aplicações e agilizar o desenvolvimento de um sistema.

SQL

Um dos recursos mais conhecidos do mundo, o SQL ou Structured Query Language, tem como principal objetivo manipular bancos de dados de um modo ágil e descomplicado. 

Essa linguagem de programação foi criada para que os programadores pudessem simultaneamente, acessar, consultar e modificar os dados estruturais de uma empresa ou organização. 

Além disso, ela é utilizada para realizar tarefas complexas, como por exemplo, escrever queries e fazer consultas ou manipulações. No entanto, ela também pode executar tarefas simples em tabelas.

C#

Essa linguagem de programação é uma das mais populares no mercado, principalmente na área de desenvolvimento de games. Essa linguagem surgiu para facilitar o processo de desenvolvimento, tendo inúmeros recursos que proporcionam uma grande produtividade para os desenvolvedores que a utilizam.

C# nada mais é do que uma linguagem de programação orientada a objetos desenvolvida pela Microsoft, que roda sobre o .NET. que nos permite criar diversos tipos de aplicações, tais como, aplicações web, desktop, mobile, IoT e outras.

C++

O C++ pode ser considerado uma versão mais atual do C, além de ser bastante utilizado no desenvolvimento de softwares mais pesados, como sistemas integrados (CRM), aplicações que promovem interação entre cliente e servidor ou jogos para computador, entre outros.

Ele pode ser efetivamente aplicado a qualquer tarefa de programação; Há vários compiladores para diversas plataformas tornando a linguagem uma opção para programas multiplataforma. Com ele, é possível desenvolver games, compiladores, editores, ferramentas de programação, programas de redes e muito mais.

Curtiu o conteúdo? Se você tem interesse na área de programação, não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode iniciar hoje! Nós, da Mentorama, oferecemos todo o suporte necessário para que você aprenda do zero as linguagens de programação  mais modernas e desejadas do momento.

Quer saber o melhor de tudo? Você aprenderá com os melhores mentores do mercado de programação do Brasil. Embarque nesta missão conosco e se torne um profissional em poucos meses.

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo.

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Python: o que é, para que serve e por que usar?

Python é uma linguagem de programação de alto nível, do termo em inglês, high level language. Estruturas desse tipo geralmente são classificadas como orientadas a objetos, funcional, tipada, imperativa e de script. Em outras palavras, Python é uma linguagem de programação que foi criada com o intuito de construir um código de fácil leitura e utilização.

O Python é uma linguagem de programação extremamente simples e fácil de entender, sendo muito semelhante à língua inglesa. Com seus recursos poderosos e acessíveis, apostar na carreira de desenvolvedor python é a pedida certa para quem almeja um futuro promissor e seguro! Continue lendo e tire todas as suas dúvidas sobre Python.

Python: o que é?

Python é uma linguagem de programação que pode ser utilizada para as mais diversas aplicações. Ela foi projetada visando ser de fácil leitura e utilização, contendo uma quantidade de códigos muito menor do que os códigos feitos em Java e C + +, por exemplo.

O Python é muito semelhante à língua inglesa, isso porque a linguagem tenta utilizar comandos intuitivos, como “print” para imprimir um texto na tela, “open” para abrir um arquivo, ou “find” para encontrar a posição de uma palavra.

Atualmente, a linguagem de programação Python possui inúmeras aplicações e é utilizada por diversas empresas e instituições bem sucedidas no mercado, como Google, Youtube e até mesmo a NASA!

O Python é uma linguagem considerada promissora e bastante acessível, por ser uma multiplataforma gratuita. Além disso, é possível desenvolver diversos projetos com os mais variados temas e níveis de complexidade. 

Multiplataforma, ela é uma linguagem que ganhou muito destaque nos últimos anos por ser de fácil leitura e utilização, além de ter se tornado uma das principais linguagens para o desenvolvimento de IA, Machine Learning e Big Data  — áreas em grande crescimento nos últimos anos.

Python: onde é utilizado?

A linguagem de programação Python vai muito além do que pensamos. Mesmo inconscientemente, você está diariamente em contato com essa linguagem e nem sabe. Você pode encontrá-lo em:

  • GPS: o próprio Google Maps foi criado utilizando a linguagem de programação python;
  • Inteligência artificial: python tem sido a linguagem de maior destaque é o ramo da ciência de dados para o tratamento, visualização e processamento de algoritmos de Inteligência Artificial;
  • Aplicações web: o python tem ganhado grande destaque nos nichos de desenvolvimento de aplicações web como sites, portais, APIs e micro serviços com frameworks como Django e Flask, usados por grandes empresas e instituições como NASA, Instagram, Pinterest, Globo.com, Uber, Airbnb e outros;
  • Google: o Google baseou seu notório sistema de busca na web na linguagem de programação python;
  • NSA: a Agência de Segurança Nacional aplica a linguagem de programação python para análise e criptografia de inteligência.

Python: onde posso trabalhar?

Segundo o levantamento da Brasscom, a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024, no país. Atualmente, segundo a entidade, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico por ano, ou seja, sobram vagas e falta mão de obra.

A média de salário no Brasil é de R$ 6.373, com média inicial em torno de R$ 5 mil  para Desenvolvedores Júnior e chegando a R$ 8.196 para Desenvolvedores Sênior.  Ademais, caso o profissional possua noções de Javascript, esse valor aumenta para R$ 6.742.

Além disso, um dos atrativos da carreira de desenvolvimento Python é a flexibilidade do trabalho, que pode ser realizado no sistema Home Office ou de forma independente, como freelancer, consultor ou até mesmo abrindo seu próprio negócio.

Com o aumento de empresas atuando com data science e automação, abriu-se uma grande procura por Desenvolvedores Python. Empresas de vários segmentos e indústrias acabam procurando por esse profissional para dar suporte dentro dos departamentos ou no setor de data science. 

Dentro dos setores mais comuns com o maior número de vagas abertas, estão os de TI, inteligência empresarial e marketing digital.

Python: o que é preciso para ser um desenvolvedor?

Embora muitas pessoas pensem que a programação é um bicho de sete cabeças ou até mesmo uma área inalcançável, há estatísticas que nos dizem o contrário.

Segundo a Code.org, daqui a dez anos nós vamos precisar de 1,4 milhão de programadores e a grande problemática desse cenário é: se continuarmos no mesmo ritmo de formação que temos hoje, daqui a dez anos nós teremos apenas 400 mil pessoas que saibam programar.

Tendo esse número em vista, não precisa ser nenhum matemático para perceber que daqui a dez anos teremos um déficit de 1 milhão de programadores, ou seja, teremos 1 milhão de programadores a menos do que precisamos. 

Todos os dias surgem novas tecnologias que dependem de programadores e, por isso, a demanda por profissionais qualificados dessa área está crescendo cada vez mais e daqui a dez anos isso estará em ainda mais evidência. 

De acordo com os dados do site Indeed.com, o salário médio de um desenvolvedor Python no Brasil é de R$ 63.600,00 por ano. Além disso, segundo a BLS, o crescimento do emprego de desenvolvedores Python de 2018 a 2028 será de 21%.

Você quer uma profissão moderna, está interessado em programação, mas não sabe por onde começar? A Mentorama oferece todo o suporte necessário para que você possa se tornar um desenvolvedor de sucesso com o auxílio de mentores, aprendizagem na prática e um projeto real no portfólio.

Para você, desenvolvedor front-end, que está cansado de apenas codificar sites e criar interfaces e quer ir além, saiba que você está no lugar certo! A Mentorama te dá todo o suporte necessário para expandir seus conhecimentos, e Python é uma ótima solução para desenvolvimento lado a lado com o servidor.

Se você é um desenvolvedor Back-end e quer se tornar um full stack pro, o Python tem muitas bibliotecas prontas que o ajudarão a completar tarefas mais rapidamente. A Mentorama está à sua disposição para voarmos JUNTOS!

Python: do zero ao PRO consiste em um curso de 8 meses de aprendizagem na prática, projeto real no portfólio, mentores que irão checar sua tarefas e dar recomendações para o seu desenvolvimento e o auxílio dos melhores profissionais do mercado para que você possa dominar suas habilidades e aprimorá-las em projetos reais. 

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Escrever um código conciso que qualquer desenvolvedor possa entender;
  • Dominar a programação orientada a objetos e desenvolver programas modulares;
  • Gerenciar grande quantidade de dados;
  • Fazer alterações em um projeto simultaneamente com outros desenvolvedores;
  • Encontrar e corrigir o menor erro em seu próprio código ou no código de outra pessoa; 
  • Dominar solicitações GET e POST e API e aprender a criar aplicativos de web.

A Mentorama conta com um time de especialistas preparados para ouvir o seu desafio e transformá-lo em solução. Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba como começar uma carreira de sucesso hoje mesmo!

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5 mulheres pioneiras que revolucionaram a tecnologia

A luta por igualdade de direitos é longa e, a cada dia, um novo capítulo é escrito. Nessa semana tão simbólica destinada às mulheres, decidimos reunir alguns 5 mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia. Continue lendo e saiba quais são elas!

Ada Lovelace

Quando falamos de mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia, é claro que não poderíamos deixá-la de fora. Incentivada desde pequena por sua mãe a se destacar na matemática, Ada Lovelace é considerada a primeira mulher programadora de computador.

Em 1843, Augusta Ada King, traduzia os textos de Luigi Menabrea, um matemático italiano, sobre as ferramentas analíticas usadas por Charles Babbage, um matemático inglês. Esse trabalho resultou no primeiro algoritmo criado na história, muito antes da existência de máquinas que pudessem processá-lo.

Infelizmente, Ada Lovelace não viveu tempo o suficiente para ver a Máquina Analítica pronta e, consequentemente, seu algoritmo funcionando. Porém, em 1953, mais de cem anos após a sua morte, suas anotações foram republicadas. A máquina foi reconhecida como o primeiro modelo de computador, e as notas de Ada como a primeira descrição de um computador e um software.

Grace Hopper

Quando o quesito é pioneirismo, Grace Hopper tem inúmeros títulos para chamar de seus. Conhecida como a rainha da computação, ela foi a primeira mulher a se formar na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com PhD em matemática, além de ter sido a primeira almirante da Marinha dos EUA. 

No campo da tecnologia, ela foi uma das criadoras do COBOL, uma linguagem de programação destinada a bancos de dados comerciais. Além disso, Grace foi a responsável pela criação do termo “bug”, usado para indicar problemas em um software. 

Entretanto, Hopper tornou-se oficialmente protagonista quando desenvolveu linguagens de programação para o UNIVAC, o primeiro computador comercial fabricado nos Estados Unidos. Uma de suas principais frases que se tornou inspiração para as mulheres que lutam por representatividade na indústria da tecnologia foi: “é mais fácil pedir perdão do que permissão”. 

Hedy Lamarr

Você já se perguntou quem foi o responsável por criar o Wi-fi que você usa diariamente? Se não, agradeça a Hedy Lamarr! Além de ter sido atriz hollywoodiana, onde estrelou mais de 30 filmes, incluindo os clássicos “Sansão e Dalila” e “A História da Humanidade”, Hedy não se contentou apenas com seu destaque no cinema. 

Dona de uma inteligência absurda, Hedy Lamarr também tinha um grande fascínio pela ciência. Hedy inspirou-se ao observar um piano, notando que cada tecla emitia uma frequência de longo alcance diferente. 

Assim como nas melodias, nas quais as notas alternavam-se rapidamente, ela pensou em como isso poderia ser usado em espectros de comunicação militar. Projetado juntamente com o compositor George Antheil, o sistema foi concebido para que estações de radiocomunicação mudassem o seu sinal 88 vezes seguidas. 

A importância de sua invenção é tão grande que chegou a ser empregada em tecnologias de comunicação de guerra. Nos dias atuais, ela é usada também em redes celulares, no GPS, Bluetooth e até mesmo no Wi-Fi.

As garotas do ENIAC

As garotas do ENIAC, Betty Snyder, Marilyn Wescott, Fran Bilas, Kay McNulty, Ruth Lichterman e Adele Goldstine trabalharam em um dos primeiros supercomputadores criados, o ENIAC. Elas eram responsáveis pela configuração do ENIAC, dando a ele as instruções necessárias para realizar os cálculos. 

Mais do que operar o maquinário, elas foram responsáveis por dar o pontapé inicial em muitos protocolos usados até hoje. Goldstine, por exemplo, criou o primeiro manual do ENIAC, com instruções de uso e melhores práticas, enquanto Goldstine e Jennings tiveram influência fundamental em sistemas de “salvamento” de configurações e preferências. 

Fora do supercomputador, ainda, Snyder criou o primeiro sistema informatizado para o censo americano, inventou o teclado numérico para facilitar na programação e, curiosamente, foi uma das precursoras dos computadores na cor “gelo”, totalmente comuns nos anos de 1990.

Carol Shaw

Por fim, mas não menos importante: Carol Shaw, a primeira mulher a trabalhar na indústria de games, sendo uma das principais pioneiras para a igualdade de gêneros nesse segmento.  

Inicialmente, a desenvolvedora trabalhou em Polo (jogo de 1978 feito para uma campanha promocional da grife Ralph Lauren), e na sequência foi lançado comercialmente o primeiro jogo criado por uma mulher: o 3D Tic-Tac-Toe, de 1979, inspirado no tradicional jogo da velha. 

Em meio a discriminação contra mulheres no mundo dos games em 1983, Carol Shaw criou um dos jogos mais emblemáticos e inesquecíveis da sua trajetória: o River Raid. Graças a sua invenção, o game introduziu mecânicas jamais vistas antes, como a movimentação do avião e limitação do combustível, já que sem ele você também morria. 

Esses são apenas alguns dos nomes de mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia. Mais do que nunca, devemos incentivar meninas e mulheres a darem forma ao sonho de entrar na área da tecnologia. 

Devemos sempre lembrar desses grandes nomes e formar cidadãs que têm tudo para fazer ainda mais diferença no mundo!

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Filmes para mulheres que querem programar

Nós reunimos 5 filmes e documentários que buscam inspirar mulheres que desejam ingressar no mercado da tecnologia. Continue lendo e saiba quais são eles!

1- Estrelas além do tempo (2016)

Lançado em 2016, o filme “Estrelas além do tempo” retrata a história real de três cientistas afro-americanas que trabalharam no Centro de Pesquisas Langley da NASA, localizado na cidade de Hampton, no estado da Virginia: Katherine Johnson e Dorothy Vaughan, matemáticas, e Mary Jackson, matemática que viria a se tornar engenheira.

O longa se passa no começo da década de 60, onde os Estados Unidos e a União Soviética brigavam pela corrida espacial. Os soviéticos largaram na frente quando Iuri Gagarin fez a órbita da Terra em abril de 1961.

Quase um ano depois, em fevereiro de 1962, o norte-americano John Glen ultrapassou na disputa dando três voltas na órbita terrestre. Porém, o programa espacial não seria um sucesso sem o trabalho de um trio de mulheres negras. Vale lembrar que nessa época as leis de segregação racial nos EUA ainda estavam em vigor.

Mary Jackson (1921 – 2005), interpretada por Janelle Monáe, trabalhava analisando dados dos experimentos de voo e túneis de ventos. Além de ajudar outras mulheres a promoverem suas carreiras científicas dentro da NASA.

Katherine Johnson (1918 – 2020), interpretada por Taraji P. Henson, começou trabalhando nos testes de voo, mas após os soviéticos darem o primeiro passo, John Glen pediu para ela fazer a análise de trajetória para a sua missão, a Freedom 7.

Dorothy Vaughan (1910 – 2008), interpretada por Octavia Spencer, foi a primeira supervisora negra da NACA (agência anterior à NASA) e uma das únicas mulheres a estarem no posto. Ela garantia que as funcionárias recebessem promoções e aumentos merecidos, além de ser programadora especialista em FORTRAN, uma linguagem computacional da época.

2- Code Girl (2015)

Com o intuito de incentivar mulheres a programar, o Google e a diretora Lesley Chilcott decidiram lançar um documentário chamado “Code Girl” que está disponível gratuitamente no site de streaming de vídeo do gigante da web. 

O filme documenta a vida de jovens mulheres de diversos países que participaram do desafio Google Technovation 2015, que reúne times de meninas de 10 a 18 anos e alguns mentores para desenvolver aplicativos de celular que solucionem um problema social.

O objetivo da diretora é inspirar meninas a ingressarem na carreira de programação, capacitando-as com o conhecimento necessário e, principalmente, conscientizando que garotas possam aprender a codificar e desenvolver aplicativos que melhorem o mundo. 

Code Girl também destaca o cenário brasileiro ao mostrar a trajetória do time de meninas de Recife que foram até a final da competição em São Francisco em junho de 2015. O documentário foi lançado em diferentes idiomas, incluindo hindi, inglês e português.

3- She Started It (2016)

Seguindo cinco mulheres ao longo de dois anos enquanto, montam equipes, trazem produtos ao mercado, fracassam e começam de novo, She Started It leva os espectadores a uma montanha-russa global de São Francisco ao Mississippi, França e Vietnã.

Ao longo de seu desenvolvimento, She Started It obteve perspectivas gerais de mulheres como a investidora Joanne Wilson; Megan Smith, CTO da Casa Branca; Debbie Sterling, CEO da GoldieBlox; e Ruchi Sanghvi, a primeira engenheira do Facebook.

Por meio de uma narrativa íntima e voltada para a ação, She Started It explora as raízes culturais da sub-representação feminina no empreendedorismo – incluindo a dúvida generalizada, o medo do fracasso e a aversão ao risco entre as mulheres jovens. 

Além disso, o filme também expõe as realidades estruturais que as mulheres enfrentam ao se tornarem empresárias, incluindo a falta de modelos femininos e investidores, e a persistente escassez de fundos de capital de risco disponibilizados para empresas lideradas por mulheres.

4- CODE: Debugging the Gender Gap (2015)

Nesse documentário, a diretora Robin H. Reynolds busca inspirar jovens mulheres a seguirem carreira na ciência da computação ao descrever perfis de mulheres bem sucedidas na programação.

CODE é um documentário de longa-metragem extremamente relevante que visa explicar por que mulheres não estão buscando carreiras em ciência da computação, apesar das oportunidades lucrativas de trabalho e da alta demanda por programadores.

Segundo o documentário, muitos fatores contribuem para essa carência, incluindo estereótipos culturais, falta de modelos de comportamento, acesso limitado à educação em ciência da computação, sexismo e barreiras socioeconômicas. 

Além disso, o documentário CODE explora como a tecnologia seria diferente se um campo mais diverso de programadores codificasse os aplicativos e dispositivos dos quais a sociedade depende.

Além do documentário, foi idealizado um projeto, o She ‘s Coding, que fornece educação, recursos e diretrizes acionáveis ​​para quem deseja aprender a codificar ou ajudar a fomentar a lacuna de gênero no campo da ciência da computação.

5- Go Against the Flow (2015)

Este documentário mostra mulheres que desafiaram as chances de se tornarem empresárias de sucesso criando e construindo empresas iniciantes que se tornaram empreendimentos comerciais extremamente promissores. 

No mundo dominado pelos homens de tecnologia e startups, essas jovens demonstraram sua inteligência, impulso, determinação, resiliência e coragem para ter sucesso. 

Elas compartilham suas percepções sobre como se tornar empreendedoras bem-sucedidas, desde começar a conceituar, construir tecnologia, contratar, obter financiamento e escalar até finalmente administrar a vida profissional.

Go Against the Flow, “Vá contra o fluxo” em tradução livre, está na lista de 5 filmes para mulheres em tecnologia e empreendedorismo da Hackbright Academy.

Esses são apenas alguns dos filmes e documentários que reunimos com o intuito de engajar e estimular mulheres que queiram iniciar carreira em programação.

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, só 20% dos profissionais que atuam no mercado de TI são mulheres. Mais do que nunca, devemos incentivar mulheres a darem forma ao sonho de entrar na área da tecnologia!