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Animação 3D: tudo sobre!

A animação 3D se popularizou no cinema, mas ganhou ainda mais destaque a partir do crescimento do mercado de games. Com o objetivo de oferecer jogos cada vez mais sofisticados e interativos, surgem as animações 3D! Se você é um apreciador dessa arte e deseja ir além, confira neste artigo curiosidades e dicas exclusivas sobre.

Leia também: Como é o mercado de games no Brasil?

O que é animação 3D?

A animação 3D utiliza computação gráfica com o objetivo de dar a sensação de que as imagens estão se movendo. Para isso, a técnica consiste na construção de objetos em três dimensões (largura, comprimento e profundidade) dentro de um software específico para que, posteriormente, as criações sejam animadas e possam se mover dentro de filmes ou jogos.

Para tornar as imagens ainda mais sofisticadas e o mais reais possível, é necessário aplicar texturas, materiais, imagens, testar tamanhos, estruturas e saber como utilizar a iluminação de forma que ela se encaixe perfeitamente com a ambientação.

Qual a importância da animação 3D?

Com o avanço da tecnologia, a animação 3D surge com o intuito de atender as demandas atuais e oferecer experiências cada vez mais reais, sofisticadas e interativas. A partir dessa técnica, é possível criar cenários ricos em detalhes que dão a impressão de serem reais. 

Nos jogos, a animação 3D é feita em tempo real, ou seja, a simulação de texturas, sombras e outros recursos são criados na tela enquanto o jogo está acontecendo. Graças a essa técnica, o mercado de games segue em constante evolução e as experiências de filmes e games estão cada vez melhores.

Como fazer animação 3D?

Em nosso curso “Animação 3D”, você vai aprender desde os conceitos mais básicos desse universo, até os mais avançados para dominar os princípios de animação, incluindo expressão, personalização do esqueleto e rigging dos personagens. 

Em apenas 4 meses, você aprenderá tudo sobre animação 3D com os criadores dos jogos mais aclamados pelo público: Pikachu, Sonic e Malévola. Incrível, né? Além de aprender todos os níveis dessa área que não para de crescer, você fará exercícios práticos e terá um mentor expert na área para te auxiliar em todo o processo.

Nosso programa é estruturado de forma lógica e progressiva, então não se preocupe se você está começando agora ou se não tem conhecimento em programação. Vamos te ensinar desde o começo!

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. 

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos torná-lo um profissional altamente capacitado em poucos meses.

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Unity e Unreal: qual o motor mais adequado para um projeto?

A Unity e a Unreal são os motores de jogos mais populares da indústria de jogos, sendo utilizados para realizar o desenvolvimento de games de grandes estúdios e desenvolvedores independentes. 

Apesar de serem semelhantes em algumas configurações, é necessário compreender qual deles melhor atenderá às necessidades de uma equipe envolvida em um projeto de desenvolvimento de um jogo. Continue lendo e descubra!

Leia também: Game Engine: o que é?

Unity e Unreal: o que são?

A Unreal está por trás de grandes franquias como Mortal Kombat X, Batman, Borderlands, Tekken 7 e BioShock 2. Com ela, é possível desenvolver jogos em 2D e 3D, sem precisar ter conhecimentos avançados sobre programação. Além disso, você pode exportar os seus jogos para muitas plataformas como, por exemplo, celulares e realidade virtual.

Já a Unity, principal concorrente da Unreal, também possibilita criar jogos em 2D e 3D. Com um ambiente visual chamado Blueprints, é possível criar jogos mesmo se você não tiver conhecimento avançado de programação. Além disso, a Unity atualmente é a game engine com o maior poder gráfico.

Unity e Unreal: principais diferenças

A Unity permite jogos com gráficos de última geração, possui interface agradável, utiliza as linguagens de programação C# e Java, possibilita a personalização do software, além da utilização do software ser simples e fácil. Ao contrário da Unreal, a Unity exige conhecimento de programação para criar seus jogos, não oferece a opção de modelar personagens, necessitando importá-los de outras ferramentas.

A Unreal é em português, possui uma interface agradável, intuitiva e 100% customizável e não exige conhecimento de programação. Além disso, ela oferece diversas ferramentas disponíveis, como, por exemplo, edição de objetos e de gráficos. Ao contrário da Unity, a única linguagem de programação suportada é a C + + e por mais que o seu projeto seja simples, os jogos da Unreal se tornam muito pesados.

Unity e Unreal: qual o motor mais adequado?

Um dos primeiros passos é identificar o nível de qualidade exigido. Se o nível for alto, é recomendado utilizar o motor Unreal já que ele proporciona elementos visuais de alta fidelidade, ao contrário do Unity que embora também consiga reproduzir elementos de alta qualidade, dá mais trabalho para que seus gráficos realistas atinjam o mesmo nível de qualidade visual. 

É essencial pensar para quais plataformas o jogo será destinado. Para quem deseja construir um game destinado para multiplataformas como mobile, tablets, computadores e consoles, o motor Unity é mais indicado. A Unity permite que um desenvolvedor crie projetos complexos para dispositivos com capacidade de processamento reduzida sem exigir uma configuração de PC poderosa como o Unreal necessitaria.

Além disso, também é interessante ter em vista o tamanho da equipe que fará o desenvolvimento do game. Caso for uma equipe grande, é necessário acompanhar cada etapa do processo de desenvolvimento em Unreal como, por exemplo, a alocação de profissionais dedicados para cuidar de texturas animadas, partículas e shaders.

O Unity, por outro lado, é muito mais intuitivo para desenvolvedores o que, por sua vez, viabiliza este motor para equipes reduzidas e times com menor experiência.

Unity e Unreal: como dominá-los?

A verdade é que não existe a melhor engine, mas sim a que melhor se encaixa com o jogo que você quer criar e seu nível de conhecimento. Uma boa dica é conhecer os nossos cursos que te darão um panorama completo das engines mais utilizadas no momento. 

Com a “Unreal Engine 4 do zero ao PRO”, você vai  explorar todos os recursos de uma das principais Game Engines do mercado. Além disso, ao longo do curso você vai poder criar jogos de diferentes gêneros e estilos. 

Além disso, com o “Unity do zero ao PRO”, você se tornará  um desenvolvedor de jogos em uma das plataformas mais populares, além de criar 3 jogos com mecânicas diferentes usando recursos prontos e seus próprios modelos feitos no Blender. 

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Ubisoft: 4 jogos que merecem sua atenção

A Ubisoft é uma desenvolvedora de games francesa que surgiu como um negócio familiar e hoje é um dos principais pilares da indústria de games do planeta. Nas últimas décadas, ela lançou franquias que se consagraram no universo gamer, como: Assassin ‘s Creed, Far Cry, Watch Dogs, Just Dance, Rainbow Six, além do saudoso Prince of Persia.

Ao longo de seus 35 anos, a desenvolvedora já percorreu uma longa trajetória de altos e baixos entre seus games lançados e por isso, nesse artigo, selecionamos 4 jogos desenvolvidos pela Ubisoft que você deve conhecer e merecem a sua atenção! Continue a leitura e descubra quais são eles.

Leia também: FPS: Além do headshot 

1. Driver San Francisco (2011)

A franquia Driver teve seu auge no fim dos anos 90 e início da década de 2000, mas foi rapidamente derrotado por Grand Theft Auto quando GTA III chegou às lojas, em 2001. Desde então, a série caiu em semi-esquecimento, entretanto, mesmo durante este declínio a Ubisoft e o estúdio Reflections criaram uma pequena gema com Driver San Francisco.

No papel do detetive John Tanner, que se encontra em um coma, o jogador pode pular de carro em carro e “possuir” seu piloto em busca de seu nêmesis, Jericho. Essa mecânica diferenciada — e o que os desenvolvedores criaram com ela — colocam o jogo em um lugar de destaque, mesmo não tendo sido um sucesso na época do lançamento.

2. Brothers in Arms: Hell’s Highway  (2008)

Desenvolvido pela Gearbox Software e lançado em 2008, Hell ‘s Highway obteve grande destaque por seus diferenciais mais táticos, ao contrário da ação mais individual de títulos similares, como Call of Duty: World at War, do mesmo ano.

O jogo traz um estilo de combate diferente, não colocando a ação, tiros, bombas e explosões como prioridade, mas sim, o foco no protagonista, o sargento Matthew Baker, e seus companheiros, com o jogador podendo coordenar seus esquadrões para a vitória.

Além disso, esse cenário onde a estratégia é essencial para ajudar a ver um outro lado da Segunda Guerra Mundial, e em alguns momentos mostra muito do lado psicológico e custo humano das batalhas.

3. Child of Light (2014)

Sendo um dos títulos mais experimentais da Ubisoft Montreal, Child of Light conta uma história linda por meio de uma jogabilidade que traz uma paz indescritível.

Inspirado pelos filmes do Studio Ghibli, o jogo conta a história de Aurora, uma princesa austríaca que foi envenenada e transportada para o mundo de Lemuria, que é governado por uma feiticeira que roubou a lua, o sol e as estrelas com seu poder.

Child of Light conta com personagens envolventes, gráficos que encantam e uma história inspiradora que merece ser contada.

4. Mario + Rabbids: Kingdom Battle (2017)

Uma mistura que, se observada de longe, parece extremamente esquisita, Mario + Rabbids: Kingdom Battle surpreende, contando sempre com a estratégia do jogador e garantindo a diversão do jogador por pelo menos mais de 20 horas.

O game tem várias semelhanças com a aclamada franquia XCOM, usando um sistema de combate por turnos muito parecido com o da série, mas (ligeiramente) menos punitivo e brutal do que os jogos da 2K Games.

Tal qual Ubisoft e Nintendo, os Rabbids e Mario formaram uma equipe improvável, mas incrível, com o encanador e seus amigos conhecendo os Rabbids após eles adentrarem o Reino dos Cogumelos e criarem uma desordem sem tamanho.

Inicialmente os grupos lutam entre si, mas logo percebem que precisam lutar em equipe para derrotar um inimigo em comum.

Conhece outro jogo legal do mundo da Ubisoft que você acha que merecia ser mencionado? Deixa aí nos comentários que vamos adorar saber!

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Game Engine: o que é?

Você já se perguntou como os personagens e o conjunto de cenários dos jogos se encaixam perfeitamente em qualquer plataforma? Se não, agradeça ao Game Engine! Através dele, cada detalhe é minuciosamente pensado para facilitar o desenvolvimento dos jogos e oferecer a melhor experiência a você.

Através do Game Engine, o desenvolvimento de jogos foi revolucionado e cada vez mais é possível ver grandes empresas e desenvolvedores indies lançando jogos de sucesso que funcionam em várias plataformas diferentes. Continue lendo e saiba mais!

Leia também: FPS: Além do headshot

Game Engine: o que é? 

Uma engine gráfica, também conhecida como game engine, nada mais é do que uma biblioteca que contém um pacote de funcionalidades que são capazes de juntar e construir todos os elementos de um jogo em tempo real.

Também chamado de motor gráfico ou motor de jogo, o pacote normalmente é utilizado para modelagem de imagens 2D e 3D, motor de física para colisões e animações, suporte para sons, inteligência artificial, gerenciamento de arquivos, programação, entre outros itens de jogabilidades que muitas vezes passam despercebidos pelos jogadores.

Em resumo, o game engine desempenha um importante papel ao criar um game do zero de maneira mais simples e replicar vários estilos de jogos com mais facilidade, como um FPS ou um jogo de plataforma.

Além disso, a maioria dos motores de jogos estão disponíveis para o sistema operacional Windows ou Mac, no entanto, os usuários de Linux também podem contar com boas ferramentas para criar games.

Game Engine: exemplos

Alguns motores de jogos já caíram no gosto das companhias e são aproveitados até anos depois de seu lançamento. Conheça alguns deles:

Unity

A Unity se tornou uma das engines mais populares entre desenvolvedores independentes após seus criadores terem liberado uma edição gratuita em 2009. Através dela, é possível criar games para smartphones, tablets, consoles, browsers e PCs que funcionam tanto no Windows, quanto no Mac OS. 

Unreal 

A Unreal Engine está por trás de grandes franquias como Mortal Kombat X, Batman, Borderlands, Tekken 7 e BioShock 2. Ela foi desenvolvida pela Epic Games e foi utilizada pela primeira vez para produzir um jogo de tiro e hoje é usada como base para vários estilos de jogos.

Uma curiosidade é que o núcleo da engine foi escrito na linguagem C + +, o que possibilita uma boa portabilidade para diversos consoles e sistemas operacionais.

RPG Maker 

Um fato interessante sobre o RPG Maker é que muitos iniciantes de desenvolvimento de jogos acabam optando por ele devido a facilidade e rapidez que ele oferece na criação de um jogo. Entretanto, apesar de parecer uma ferramenta simples, a engine está por trás de sucessos do mundo do RPG como os clássicos Final Fantasy, Chrono Trigger, Dragon Quest e Pokémon.

Game Engine: como escolher a melhor?

A verdade é que não existe a melhor engine, mas sim a que melhor se encaixa com o jogo que você quer criar e seu nível de conhecimento. Uma boa dica é conhecer os nossos cursos que te darão um panorama completo das engines mais utilizadas no momento. 

Com a “Unreal Engine 4 do zero ao PRO”, você vai  explorar todos os recursos de uma das principais Game Engines do mercado. Além disso, ao longo do curso você vai poder criar jogos de diferentes gêneros e estilos. 

Além disso, com o “Unity do zero ao PRO”, você se tornará  um desenvolvedor de jogos em uma das plataformas mais populares, além de criar 3 games com mecânicas diferentes usando recursos prontos e seus próprios modelos feitos no Blender. 

Nosso programa é estruturado de forma lógica e progressiva, então não se preocupe se você está começando agora ou se não tem conhecimento em programação. Vamos te ensinar desde o começo!

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. 

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a dominar as engines mais usadas do momento em poucos meses.

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5 TED Talks para designers de jogos

TED Talks (Tecnologia, Entretenimento e Design) são vídeos de conferência realizados em diversos países. Em geral, são falas curtas, de até 18 minutos, que têm como principal objetivo propagar ideias que valem a pena divulgar e introduzir novos pontos de vista em determinados assuntos.

Há 20 anos, o tema de muitas reportagens têm sido o video game e seu impacto na sociedade. Os palestrantes incluem desenvolvedores renomados e outros representantes da indústria. Nesse artigo, selecionamos 5 TED Talks que todo profissional da área de game design deveria assistir! Continue lendo e saiba quais são eles.

Leia também: Design: dicas para ter criatividade

Shimpei Takahashi: jogue este jogo para ter ideias originais

Nesse TED, Takahashi fala sobre a técnica de Shiritori que despertou sua imaginação. Shiritori é um jogo no qual você cria cadeias de palavras, onde cada nova palavra começa com a última letra da anterior e todas as palavras que vêm à mente estão associadas ao tópico e à ideia em que você está trabalhando.

Usando esse método, Shimpei Takahashi criou alguns brinquedos muito populares, entre eles: uma escova de dentes na forma de uma guitarra elétrica e um filme aéreo que você pode estourar infinitamente.

Tom Hulme: o que podemos aprender com os atalhos?

“A empatia pelo que seus clientes desejam é provavelmente o maior indicador de sucesso nos negócios”, diz o designer Tom Hulme. Nesta curta palestra, ele apresenta três exemplos perspicazes da interseção de design e experiência do usuário, onde as pessoas desenvolveram seus próprios caminhos de desejo por necessidade. 

Segundo ele, depois de saber como identificá-los, você começará a notá-los em todos os lugares. Como exemplo, ele pega os “caminhos populares” – caminhos esses que as pessoas trilham para pegar um atalho. Tom traz histórias de “trilhas folclóricas” de diferentes partes do mundo: Brasília e Boston, a University of California e o American Institute of Health, o aeroporto e os acessos ao estádio de futebol.

Yves Morieux: seis regras para simplificar a crescente complexidade profissional

Por que as pessoas se sentem tão infelizes e descomprometidas com o ambiente de trabalho? A resposta é que, hoje em dia, a complexidade dos negócios é cada vez maior e mais estonteante. Além disso, os pilares tradicionais da gestão estão obsoletos, de acordo com Yves Morieux. 

Com isso, ele afirma que cabe aos funcionários se desdobram para dar conta das interdependências. Nesta palestra dinâmica, Morieux apresenta as seis regras da “simplicidade inteligente”. 

Amy Green: um videogame para lidar com a dor

Em 2010, Joel, o terceiro filho de Amy, foi diagnosticado com um tumor cerebral de crescimento rápido. A quimioterapia não ajudou, e os médicos previram vários meses de vida para o menino. Então Amy veio com uma história sobre o bravo cavaleiro Joel, que lutou com o dragão chamado Câncer. 

Ela contava essa história aos filhos mais velhos ao colocá-los na cama e, todas as noites, ela contava a continuação das aventuras de Joel. A lenda não precisava terminar com a derrota do cavaleiro – o tratamento paliativo deu a Joel vários anos de vida. Então Amy e seu marido decidiram traduzir a experiência da família em um videogame – e contar como eles se sentem.

David Perry: sobre Design 

Primeiro, David conta com muito humor como decidiu fazer jogos – na atmosfera da guerra civil na Irlanda. Em seguida, o designer de jogos compartilha as estatísticas da indústria de videogames: por exemplo, homens e mulheres têm quase o mesmo interesse em jogos, a idade média de um jogador em 2005 é de 30 anos, entretanto, os jogos são comprados por pessoas que já passaram dos 37.

Na segunda parte de sua palestra, David se dirige a um colega, Michael que gravou um vídeo emocionante sobre por que ele se considera viciado em jogos, por que não tem medo desse vício e por que os jogos se tornarão uma grande área de arte e propaganda em um futuro próximo.

Esperamos que esse compilado de TED Talks possam te ajudar a dar um upgrade na sua carreira e lembre-se: essas palestras valem o “play” e a hora de ingressar em uma carreira de sucesso é aqui e agora.

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FPS: Além do headshot

Muitos games de FPS são ambientados em mapas inspirados em locais reais, mas o jogo nunca vai te contar isso. 

Antes de ler o texto, pare e pense na pergunta: Quando você está jogando um game de FPS, você só atira no adversário ou presta atenção nos detalhes em volta do mapa?

Enquanto você pensa, é importante relembrar o que são os games de FPS. Eles nasceram nos anos 80 e explodiram na década seguinte. FPS é a sigla em inglês para First-Person Shooters. Ou seja, jogos em que a visão do personagem é em primeira pessoa. 

Os FPS possibilitam uma maior imersão no gameplay e se tornaram praticamente um sinônimo de games de tiro, mas também existem games de combate corpo a corpo e até RPGs, como o Cyberpunk 2020 (levanta a mão aí quem se decepcionou com ele o/).

Voltando ao primeiro parágrafo, se a sua resposta foi NÃO, então preciso dizer que você está jogando FPS errado. Os produtores de games desse gênero colocam diversos elementos nos mapas, nas skins e até em nomes de armas que são na verdade uma referência – os famosos easter eggs. 

Além disso, muitas vezes os games possuem um cenários pensado nos mínimos detalhes e que não fará tanta diferença na gameplay, mas se você pesquisar poderá tornar a experiência ainda mais imersiva.

WARZONE

O Warzone foi lançado em 2020 como Battle Royale do Call of Duty: Modern Warfare. O jogo se passa no mapa chamado Verdansk, uma cidade fictícia no fictício país da Kastóvia, uma ex-república da União Soviética. Porém de fictício apenas o nome. 

Verdansk é uma releitura de… Donetsk! Uma cidade que na vida real fica na Ucrânia e nos últimos anos esteve envolvida em um confronto armado. Mas é claro que o jogo não vai te contar isso, você só percebe que é Donetsk quando compara fotos do antigo mapa do Warzone (sim, Verdansk explodiu e agora jogamos na sua versão dos anos 80) com os locais reais de Donetsk.

Alguns locais reais são o aeroporto, onde até a sua destruição foi recriada com fidelidade, a característica torre de controle do aeroporto, uma rede de supermercados (a famigerada superstore do game existe na vida real) e o estádio, que na verdade era uma representação da Donbass Arena, casa do Shakhtar Donetsk. 

Inclusive lembra que eu falei que Verdansk explodiu e agora estamos jogando em uma versão de 1984? Bom, os produtores não deixaram isso passar em branco e no local que estava o moderno estádio de futebol, colocaram um estádio antigo, bem raiz, que na verdade é uma representação perfeita do antigo estádio do Shakhtar e que foi demolido em 2004 para a construção da nova arena – o game imitando a vida.

Vale destacar que também existem outros locais da Ucrânia presentes no mapa de Verdansk, como o parlamento ucraniano que fica em Kiev e um centro de natação que é uma referência à tragédia de Chernobyl. 

VALORANT

O Valorant foi lançado em 2020 pela Riot Games e é um FPS tático 5×5. O game possui diversos mapas e todos eles possuem nomes fictícios, mas suas localizações são bem reais.

O mapa Split é uma representação de Shibuya, um famoso bairro de Tóquio. Existem até lojas no mapa, afinal Shibuya é famoso por ser um importante centro comercial. O polêmico Icebox é uma representação da costa da Ilha Bennett, localizada na Rússia, ao norte do Mar da Sibéria. 

Haven é Thimphu, a capital do Butão. Existe até um chaveiro para colocar na arma que possui o nome ‘Porto Seguro’ e na verdade é uma referência ao Tiger’s Nest, cartão postal do país. Ascent é uma versão flutuante de Veneza e também possui um chaveiro chamado Ascent Flutuante que é uma representação do Campanário de São Marcos.

FREE FIRE

O battle royale mobile lançado em 2017 também tem as suas referências. 

O mapa Kalahari, por exemplo, tem o nome inspirado no deserto africano de 900 m². Na vida real, a maior parte do deserto está no território de Botswana, no sul do continente. Kalahari é uma palavra que significa “grande sede”. 

ATENÇÃO AOS DETALHES

Você pode jogar 200 horas e o jogo nunca vai te contar sobre esses detalhes, mas eles estão lá e são um exemplo de como o desenvolvimento de um game exige pesquisa e cuidado aos detalhes.

Na próxima vez que você puxar uma partida online, dê uma olhada no cenário ao redor, é bem possível que possa existir na vida real. Só cuidado para não morrer na partida enquanto estiver distraído, hein?

Conhece outra referência legal do mundo dos FPS? Deixa aí nos comentários que eu vou adorar conferir!

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Ubisoft: Três franquias, uma teoria

E aí galera que não larga o controle e que está sempre com o mouse afiado! Hoje nós vamos falar sobre uma das maiores teorias da conspiração dos últimos anos: A Teoria Ubisoft.

A Ubisoft é uma desenvolvedora de games francesa e nas últimas décadas lançou franquias que se consagraram no universo gamer, como: Assassin’s Creed, Far Cry, Watch Dogs, Just Dance, Rainbow Six, além do saudoso Prince of Persia (saudades PS2). 

Porém, nos últimos anos, começou a rolar um boato de  que todos os jogos da franquia estão no mesmo universo, ou seja, todos os eventos estão interligados.

Ok, nós sabemos que a internet é lotada de teorias da conspiração, mas isso começou a fazer sentido há algum tempo. O ano era 2012, o mundo estava beirando o seu fim por causa do famigerado Calendário Maia e o primeiro Far Cry era lançado. O protagonista, Jason Brody, tinha a habilidade de enxergar através de objetos sólidos. 

Até aí tudo parecia normal, se não fosse por um detalhe: essa habilidade é bem característica do jogo da franquia Assassin ‘s Creed, onde os protagonistas fazem parte de uma ordem milenar de assassinos e enfrentam secretamente outra ordem milenar, a dos Templários.

Essa guerra envolve anônimos, celebridades, personagens históricos e uma raça humanóide que viveu há 75 mil anos na Terra (ufa). 

Durante os eventos de Far Cry 3, Jason perde seu dedo anelar, justamente o mesmo que falta nos membros da ordem dos assassinos. É importante ressaltar que até esse ponto as pessoas ficavam em dúvidas sobre a teoria, pois poderia ser simplesmente uma referência que a Ubisoft havia colocado. 

Entretanto, a história começa a ficar ainda mais interessante quando chega  a DLC do Far Cry 3 com uma instalação da Abstergo e notas sobre memória genética, conectando novamente ao universo de Assassin ‘s Creed. 

Ainda em Far Cry 3, nós temos uma adaga chinesa, muito semelhante aos artefatos ancestrais de AC. Enquanto em  Far Cry 4 temos a lenda de um objeto brilhante que controla mentes, igual as Peças do Éden, presentes em Assassin ‘s Creed. Falando em artefatos e Peças do Éden, existe uma grande possibilidade de que Prince of Persia também esteja nesse meio.

Uma vez é acidente, duas é coincidência e três é Ubisoft!

Em Assassin ‘s Creed IV: Black Flag, o jogo nos apresenta Olivier Garneau, diretor da Abstergo. Em certo momento, ele vai para uma reunião e simplesmente desaparece. Em seguida,  ele aparece em Watch_Dogs, quando é assassinado pelo protagonista em uma missão secundária. 

Esse evento ligou oficialmente as três franquias da Ubisoft e explodiu a cabeça dos fãs. Em  Assassin ‘s Creed: Origins, é possível encontrar uma foto mostrando Aiden, protagonista de Watch_Dogs, assassinando Olivier. 

Conspiração ou surto coletivo?

Bom, dado os fatos, provavelmente tudo começou como uma simples brincadeira entre os produtores de cada franquia. Porém, os easter eggs saíram do controle e agora estamos falando de um universo compartilhado.

A verdade é que as possibilidades de explorar são infinitas. Será que a Ubisoft vai sustentar isso? Teremos que esperar os próximos títulos da empresa.

Ah, não esqueça de deixar sua opinião sobre essa teoria nos comentários! Vou adorar saber.

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Como é o mercado de games no Brasil?

A pandemia tem sido um motivo de preocupação para grande parte dos negócios, exceto para a indústria de games. Mesmo em meio ao isolamento social, o mercado de games registrou números favoráveis e foi um dos setores que mais cresceu durante esse período. Continue lendo e saiba como é o mercado de games no Brasil.

Mercado de games no Brasil: como está?

Se existe um setor que não sofreu com a pandemia, esse setor com certeza foi o de games. As empresas faturaram em 2020, ao redor do mundo, mais de US$160 bilhões. Os dados representam um crescimento de 12% em relação a 2019. 

Para se ter uma ideia do quanto esses números são expressivos, a indústria do cinema movimenta cerca de US$50 bilhões por ano, enquanto a da música, pouco mais de US$20 bilhões. Ou seja, o mercado de entretenimento digital já é superior ao da música e do cinema juntos!

Segundo a pesquisa mais recente da Superdata, empresa do grupo Nielsen, o total gasto em jogos digitais em março do ano passado superou US $10 bilhões (cerca de R$ 56 bilhões) no mundo, representando o recorde do valor mensal. 

Ao realizar uma comparação com o mesmo período de 2019, o maior crescimento foi apresentado nos jogos para console (ou videogames de mesa) com 42%; em seguida vêm os jogos para celulares (14%) e por último os de computador (12%).

Mercado de games no Brasil durante a pandemia

Com a necessidade de adaptação devido a pandemia de coronavírus, desenvolvedoras de jogos, campeonatos profissionais e grandes eventos de games tiveram que migrar para o online. 

Equipes de produção de games também sofreram com as mudanças, tendo que alterar a agenda de diversos lançamentos por conta do trabalho remoto. Porém, isso não impediu que novos jogos do mercado fizessem sucesso entre o público. 

The Last of Us Part II e Ghost of Tsushima, dois games aguardados para o console PlayStation 4, tiveram as datas adiadas, mas alcançaram resultados impressionantes com 4 milhões e 2,5 milhões de unidades vendidas, respectivamente, nos três primeiros dias após o lançamento – os jogos são vendidos no Brasil por R$ 250.

Hoje, o Brasil conta com 84 milhões de usuários (70% da população on-line), dos quais 64,3 milhões utilizam apenas dispositivos móveis, 8,4 milhões acessam os jogos eletrônicos por mais de uma plataforma e 11,6 milhões se conectam apenas pelo desktop. Os dados apontam, ainda, que os gamers são mais engajados no mobile, crescido em média  8% mais tempo gasto por eles nos dispositivos móveis.

Mercado de games: carreira promissora e altamente requisitada

Agora que você já sabe como é o mercado de games no Brasil, que tal transformar sua paixão por jogos em profissão? 

Para os entusiastas de plantão, trago boas notícias: a primeira é que você será muito bem pago e a segunda é que não lhe faltará trabalho: o setor de games é o segundo maior mercado na América Latina e uma das áreas mais promissoras e bem requisitadas do momento.

Segundo Eduardo Carneiro, Diretor Geral da Comscore no Brasil, o mercado de games no Brasil segue em constante expansão e mostra-se cada vez mais dominante. O país é o único da América Latina que figura entre os top 5 no ranking daqueles com maior número de usuários na categoria de jogos on-line, com uma média mensal de horas consumidas maior que China, Índia e outros líderes no mundo.

Como o setor não se resume ao desenvolvimento de jogos, há oportunidades de negócios em diversas áreas. Hoje existem empresas de assessoria de imprensa, advocacia, agências de marketing, lojas de periféricos e até de roupas para esse tipo de público. 

O mercado é gigantesco e o que antes era uma coisa amadora,  hoje é uma fonte lucrativa para muitas pessoas que visualizaram uma forma de incorporar ao mercado aquilo que sabem fazer. 

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso! Se você tem interesse na área mas não tem conhecimento, não se preocupe! Nós te ajudamos a dar o play nesse sonho.

Uma indústria que cresce tão rápido que há carência de profissionais: desenvolvedores de game, artistas conceituais, modeladores 3D, animadores, especialistas em mecânica de jogo, game designers. Entre no mundo de desenvolvimento de Game e faça da sua paixão o seu ganha pão!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a ingressar nessa área que está em ascensão.

 

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Designer de Games: tudo sobre a carreira e profissão!

Você já pensou em transformar a sua paixão por games em profissão e ser muito bem remunerado por isso? Parece mentira, mas não é. A hora de ingressar na carreira de Designer de Games  é aqui e agora!

Para os entusiastas de plantão, trago boas notícias: a primeira é que você será muito bem pago e a segunda é que não lhe faltará trabalho: a área de Design de Games é o segundo maior mercado na América Latina e uma das áreas mais promissoras e bem requisitadas do momento. Continue lendo e saiba tudo sobre o curso, o que faz e como é o mercado de trabalho!

Designer de Games: o que faz?

O Designer de Games é responsável por criar e desenvolver jogos eletrônicos para computadores, celulares, tablets ou consoles de videogame. Além de atuar no desenvolvimento de jogos recreativos, ele constrói games que tenham um propósito, seja para entretenimento, publicidade, educação ou empresas. 

O Designer de Games desempenha um importante papel fazendo parte de todos os processos do desenvolvimento de um jogo, atuando desde a criação da ideia até a divulgação. Por esse motivo, esse profissional deve ter conhecimento sobre um pouco de tudo: programação, marketing, narrativa, design, roteiro e música.

Para isso, ele deve analisar as tendências do mercado, o comportamento e as características do grupo a qual competem o jogo. O profissional de Design de Games não cuida apenas do roteiro e dos cenários, mas também das tecnologias de modelagem e da linguagem multimídia, que compreendem som e imagem.

Designer de Games: qual é o perfil?

Quem faz Design de Games precisa saber trabalhar em equipe, estar por dentro da tecnologia, ter apreço pelo mundo gamer para criar jogos realmente interessantes e inovadores, saber um pouco de programação, ter uma boa relação com a matemática, além de ter uma noção de roteiros, criação de histórias e design gráfico. 

Ou seja, o profissional interessado na área de design de games precisa ter uma visão ampla do jogo, sabendo como cada elemento se encaixa com os outros. Enquanto um programador de jogos se dedica somente ao código, por exemplo, o Designer de Games precisa conhecer todos os aspectos de desenvolvimento do jogo.

Designer de Games: como é o mercado de trabalho?

O Brasil é o 11º maior mercado de jogos digitais do mundo. Em termos de crescimento da indústria de desenvolvimento de games, o Brasil fica atrás apenas do México.

A carreira de design de games é, sem dúvidas, uma das mais promissoras e bem remuneradas, isso porque a demanda por profissionais da área só cresce. A estimativa, segundo a pesquisa global de entretenimento e mídia, da PricewaterhouseCoopers (PwC), é que o mercado de games no Brasil cresça em torno de 5,3% até 2022.

Segundo o Glassdoor, R$ 4.275,00 é a média salarial de um Designer de Games no Brasil, até R$ 9.000,00 para um Head Designer.

Designer de Games: onde posso trabalhar?

O profissional dessa área pode trabalhar em diferentes segmentos, podendo atuar em:

  • Gameplay: aprenda a criar um jogo animador, para que os jogadores não fiquem entediados, trabalhando no enredo e na construção dos personagens e heróis;
  • Equilíbrio:  aprenda a criar regras que sejam justas para o jogador, equilibrando o sistema de desafios e recompensas;
  • Mecanismo do jogo: aprenda como os dois melhores mecanismos de jogos atuais, Unreal Engine 4 e Unity, funcionam e como criar game com eles;
  • Trabalho em equipe: tenha uma ideia da estrutura do estúdio de criação e a função dos participantes do projeto e aprenda a falar a mesma língua que eles e a estabelecer decisões claras;
  • Fazendo o protótipo: aprenda o básico do mecanismo de game e saiba como testar ideias para aprimorar o game, formulando hipóteses e testando;
  • Lançamento: Consiga analisar o mercado, aprenda a trabalhar com um editor e calcular riscos, promovendo um projeto e desenvolvendo um modelo financeiro.

As principais vagas estão em desenvolvedoras de jogos, que contrata o especialista para atuar na criação dos games, definindo roteiro, tema, gênero, número de fases e desafios. Mas também é possível atuar em agências de publicidade, estúdios de arte e animação, produtoras de vídeo e cinema, produtoras de sites para a internet e até mesmo em agências de desenvolvimento de software.

Além disso, muitos profissionais da área se reúnem para criar pequenos estúdios com o intuito de produzir games vendidos pela internet para jogadores do Brasil e do resto do mundo. 

Designer de Games: como posso me tornar um?

Como pudemos ver, são inúmeras as possibilidades para os futuros designers de games. 

Se você está em dúvida ou não sabe por onde começar, fique tranquilo! Nós oferecemos todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e transformá-los em sucesso.

Com o Design de Games: do zero ao PRO, você dominará o fascinante processo da criação de um game, atuando desde o desenvolvimento do conceito e implementação de mecânicas até a prototipagem, balanceamento e processo de publicação! 

Como? Você contará com a mentoria de líderes da indústria de jogos e, até o final do curso, irá criar o seu próprio portfólio de Game Designer que será avaliado por empregadores em potencial.

São 8 meses aprendendo na prática, um jogo real para turbinar seu portfólio e o auxílio de um mentor expert na área para acompanhar seu progresso de perto, corrigindo tarefas e dando dicas para o seu desenvolvimento profissional.

Sua expertise após o curso:

  • Gameplay: aprenda a criar um jogo animador, para que os jogadores não fiquem entediados, trabalhando no enredo e na construção dos personagens e heróis;
  • Equilíbrio:  aprenda a criar regras que sejam justas para o jogador, equilibrando o sistema de desafios e recompensas;
  • Mecanismo do jogo: aprenda como os dois melhores mecanismos de jogos atuais, Unreal Engine 4 e Unity, funcionam e como criar game com eles;
  • Trabalho em equipe: tenha uma ideia da estrutura do estúdio de criação e a função dos participantes do projeto e aprenda a falar a mesma língua que eles e a estabelecer decisões claras;
  • Fazendo o protótipo: aprenda o básico do mecanismo de game e saiba como testar ideias para aprimorar o game, formulando hipóteses e testando;
  • Lançamento: Consiga analisar o mercado, aprenda a trabalhar com um editor e calcular riscos, promovendo um projeto e desenvolvendo um modelo financeiro.

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a se tornar um Designer de Games.

 

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Como construir um personagem 3D do início ao fim

Olá! Meu nome é Luciano Soares e sou artista 3D e desenvolvedor de jogos digitais há dez anos e mentor do curso Unreal Engine da Mentorama. Neste artigo, quero mostrar de maneira prática como funciona o processo de criação e pós produção de um personagem 3D. Neste exemplo, eu usei alguns softwares: Blender, Krita, Substance Painter e Photoshop.

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REFERÊNCIAS E MOOD BOARD

A ideia deste personagem 3D nasceu de uma mesa de RPG (Rolling Play Game) de Dungeons and Dragons 5ed. O meu personagem é uma Druida da raça dos Gnomos, então todo o conceito é baseado nas referências dos livros e algumas imagens que encontrei na internet, principalmente no Pinterest, por ter mais acuidade em encontrar o que preciso. 

Uma das coisas que já estava decidido desde o início, por conta do jogo, é que seria uma fêmea que usaria uma máscara para situações de combate, e uma espécie de armadura feita de cascos de animais e árvores pois, dentro do universo deste jogo, Druidas não podem possuir armaduras feitas de metal.

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 BLOCAGEM

Eu sempre inicio personagens pensando no volume e silhueta. Assim posso manter a proporção, mesmo depois de ajustar os detalhes. Então, para esse personagem, pensei numa Gnoma, com estatura muito baixa e proporção de corpo “não-realista”, pois a cabeça é bem maior do que o padrão para um humano “normal”. 

Já aproveito pra pensar em todos acessórios, pelo menos os principais, para já ir vendo como ficam dispostos na modelagem 3D. Todos são feitos separadamente, uso formas bem simples, com modificadores de “enchimento”, neste caso o Solidify para dar espessura.

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TOPOLOGIA

Enquanto vou detalhando os objetos, tenho todo cuidado para não criar polígonos com mais de quatro vértices, sempre seguindo linhas e loops para não ter malhas com formas não usuais e também para facilitar o processo de UV map.

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UV MAP

Neste exemplo, eu fiz mapas separados para porções de objetos. Ao todo são oito mapas de texturas:

2x 1024px para os olhos, sobrancelhas e cabelo;

6x 2048px para pele, roupas, armaduras e acessórios;

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BAKING E PINTURA NO SUBSTANCE PAINTER

Eu gosto muito de já criar o baking dentro do Substance, na maioria das vezes, não tenho problemas. Para alguns modelos bem específicos, é legal fazer esse processo com modelo “explodido”, mas não foi esse o caso aqui.

Levei o modelo inteiro, com todos os itens, porque queria ter a imagem geral de cores e como tudo estava sendo produzido. Assim, consigo ter real noção se as texturas e cores se encaixam com as formas e proposta do conceito.

Muitas vezes, faço o ID color no próprio Blender, para facilitar o processo de seleção no Substance, mas nesse caso ainda tinha algumas dúvidas sobre materiais, então preferi trabalhar com Fill Layers e criar minhas máscaras manualmente (um processo bastante tranquilo e ágil no Substance Painter).  Eu quis trabalhar com materiais que ficassem entre o realista e estilizado. Então misturei alguns processos para chegar no resultado desejado.

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RIGGING

Eu gosto muito de usar como base o Metarig do Blender por já ter os nomes adequados para os bonés iniciais. Mesmo assim eu adiciono controladores específicos para cada personagem ou situação. 

Nesse caso, criei bones adicionais para cabelo, máscara, acessórios e o bastão. Podendo controlar cada etapa das poses e animação separadamente. Também costumo criar controladores para expressões, combinando bones e ShapeKeys.

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RENDER

Eu fiz um pequeno estúdio de luzes e fundo infinito para o render, usei o Cycles, mas o personagem também funciona no real time do  Eevee. Eu ainda prefiro utilizar o Cyles para renderização por conseguir um resultado mais polido. Renderizei com fundo transparente e adicionei no Photoshop a lua, só por conveniência mesmo.

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REAL-TIME

Fiz um pequeno vídeo da viewport do Blender, renderizando com o Eevee para demonstrar o quanto fluído fica. Também levei a personagem para Unreal e Unity para testar algumas animações. Este processo estará em breve no meu ArtStation.

O que achou das dicas para construir um personagem 3D do início ao fim? Não esqueça de deixar sua opinião nos comentários! Vou adorar saber.