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Gamedev

Animação 3D: tudo sobre!

A animação 3D se popularizou no cinema, mas ganhou ainda mais destaque a partir do crescimento do mercado de games. Com o objetivo de oferecer jogos cada vez mais sofisticados e interativos, surgem as animações 3D! Se você é um apreciador dessa arte e deseja ir além, confira neste artigo curiosidades e dicas exclusivas sobre.

Leia também: Como é o mercado de games no Brasil?

O que é animação 3D?

A animação 3D utiliza computação gráfica com o objetivo de dar a sensação de que as imagens estão se movendo. Para isso, a técnica consiste na construção de objetos em três dimensões (largura, comprimento e profundidade) dentro de um software específico para que, posteriormente, as criações sejam animadas e possam se mover dentro de filmes ou jogos.

Para tornar as imagens ainda mais sofisticadas e o mais reais possível, é necessário aplicar texturas, materiais, imagens, testar tamanhos, estruturas e saber como utilizar a iluminação de forma que ela se encaixe perfeitamente com a ambientação.

Qual a importância da animação 3D?

Com o avanço da tecnologia, a animação 3D surge com o intuito de atender as demandas atuais e oferecer experiências cada vez mais reais, sofisticadas e interativas. A partir dessa técnica, é possível criar cenários ricos em detalhes que dão a impressão de serem reais. 

Nos jogos, a animação 3D é feita em tempo real, ou seja, a simulação de texturas, sombras e outros recursos são criados na tela enquanto o jogo está acontecendo. Graças a essa técnica, o mercado de games segue em constante evolução e as experiências de filmes e games estão cada vez melhores.

Como fazer animação 3D?

Em nosso curso “Animação 3D”, você vai aprender desde os conceitos mais básicos desse universo, até os mais avançados para dominar os princípios de animação, incluindo expressão, personalização do esqueleto e rigging dos personagens. 

Em apenas 4 meses, você aprenderá tudo sobre animação 3D com os criadores dos jogos mais aclamados pelo público: Pikachu, Sonic e Malévola. Incrível, né? Além de aprender todos os níveis dessa área que não para de crescer, você fará exercícios práticos e terá um mentor expert na área para te auxiliar em todo o processo.

Nosso programa é estruturado de forma lógica e progressiva, então não se preocupe se você está começando agora ou se não tem conhecimento em programação. Vamos te ensinar desde o começo!

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. 

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos torná-lo um profissional altamente capacitado em poucos meses.

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Marketing

UX Writing: o que é?

Assim como UX Design, o UX Writing tem sido um dos termos mais pesquisados nos últimos anos, principalmente por empresas e pessoas que desejam oferecer a melhor experiência aos usuários. Mas afinal de contas, o que é UX Writing? Qual sua importância? Para que ele serve? Continue lendo e descubra!

O que é UX Writing?

UX é a abreviação para User Experience. Writing, em tradução literal, significa escrita. Portanto, podemos dizer que UX Writing refere-se aos conteúdos textuais voltados para a otimização de experiência do usuário.

Na prática, esse termo tem como objetivo facilitar a jornada dos usuários em uma interação, ou seja, quando um visitante entra em um site e compreende – de forma simples e rápida – o caminho que ele precisa percorrer para conseguir o que deseja.

Para otimizar essa jornada e oferecer uma experiência encantadora ao leitor (mesmo em uma situação negativa), o UX Writing abrange desde a linguagem a partir do público alvo, o local onde cada palavra é colocada levando em consideração a arquitetura da informação e o tom de voz dos textos.

Para oferecer o melhor UX Writing, o profissional precisa se perguntar como os usuários vão se sentir ao ler um determinado texto. Portanto, em situações delicadas, é necessário ter “jogo de cintura” e ser empático o suficiente para transformá-lo em uma experiência positiva ao usuário.

Qual o papel do UX Writer?

Ao contrário do que muitos pensam, o UX Writer não precisa, necessariamente, escrever tudo do zero. Ele pode, inclusive, editar, revisar e validar textos produzidos por engenheiros, designers e gerentes de produtos.

A rotina desse profissional envolve desde reuniões para conhecer cada vez mais o usuário e os objetivos do negócio, até a participação em canais de discussão para poder sugerir a melhor estratégia de conteúdo para um determinado projeto.

Além disso, o UX Writer também precisa saber organizar, priorizar e validar uma matriz de importância e desenvolver um guia de escrita e um fluxo de UX Writing. Em resumo, esse profissional é responsável por garantir a melhor experiência do usuário, mesmo que em uma situação não tão agradável.

E aí, vocês já conheciam essa área? Restou alguma dúvida? Deixe seu comentário abaixo! Vamos adorar trocar experiências e tirar possíveis dúvidas.

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Carreira

Cursos online: como estudar na pandemia?

Os cursos online com certificado são a chave do sucesso para profissionais que querem expandir seus conhecimentos sem precisar sair de casa. Continue lendo e saiba mais sobre eles e qual a melhor forma de estudar online!

Leia também: Como vencer a procrastinação?

Cursos online: dicas para estudar em casa

Durante a pandemia, a procura por plataformas que oferecem cursos online obteve um aumento significativo e, apesar de parecer simples, estudar em casa requer alguns cuidados. Confira a seguir quais são eles!

#1 Separe um espaço para estudar

Apesar de muitas pessoas não seguirem essa dica, reservar um espaço exclusivo para os estudos, faz toda a diferença. A definição do que é mais adequado varia de pessoa para pessoa, mas o importante é separar um local que não contenham distrações, como barulhos, excesso de  informações visuais, entre outros.

#2 Certifique-se de que está tudo certo para começar

Pode parecer bobo, mas ter certeza de que toda a parte técnica está em perfeito estado, é fundamental para evitar possíveis erros. Antes de começar suas aulas, certifique-se de que sua conexão está funcionando corretamente e, se possível, evite assistir às aulas conectado no 3G/4G.

#3 Determine um horário 

Assim como o espaço deve ser adequado, o tempo reservado para os estudos também deve ser. Por isso, é essencial que você determine um horário para estudar levando em conta quais horários você está mais disposto e quais não.

Além disso, também é recomendado criar um cronograma, no qual você traçará metas e horários específicos para alcançá-la. Por exemplo: Quero finalizar um módulo em uma semana e para isso, precisarei estudar das 10h às 11h todos os dias.

#4 Fique longe de distrações

Nos dias de hoje, parece até impossível ficar longe das telas, mas esse esforço é essencial para que você consiga manter o foco. Portanto, a dica é colocar o celular no modo avião e desligar a TV ou qualquer outro aparelho que possa te distrair. Lembre-se de que a única tela que deve ficar ligada é a que você está utilizando para assistir às aulas.

#5 Faça anotações

Anotar os principais pontos dados em aula é essencial para que você os memorize e possa estudá-los a fundo em um segundo momento. A principal ideia aqui é anotar, de forma resumida, os principais ensinamentos e possíveis dúvidas que você tenha sobre um determinado assunto.

#6 Tenha cautela com as metas 

Traçar metas é essencial para o seu progresso, exceto se elas forem inatingíveis. Se por acaso, você traçar metas grandes demais para serem cumpridas, isso causará frustração e poderá atrapalhar seu rendimento. Portanto, tenha cuidado ao definir metas e lembre-se de gerenciar suas próprias expectativas.

#7 Tenha em mente os resultados

Por último, mas não menos importante, lembre-se dos resultados que os estudos podem te proporcionar. Apesar de muitas vezes ser cansativo, você deve ter em mente o motivo pelo qual você está estudando para se manter focado e disciplinado.

E aí, gostou das dicas? Para deixar seus estudos ainda mais completos, você pode participar de eventos, tirar as suas dúvidas e trocar experiências com pessoas da área que vão te ajudar a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

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Design

UX Designer: salário e carreira

O Designer UX (abreviação de User Experience ou “Experiência do Usuário”) como o próprio nome já diz, é o profissional responsável por garantir que o design projetado atenda as necessidades dos usuários, garantindo a sua satisfação com um determinado produto ou serviço. Continue a leitura e saiba o salário, carreira e curiosidades sobre esse profissional!

Leia também: Sigas que todo UX Designer deve conhecer

O que um UX Designer faz?

UX é a abreviação para User Experience. Portanto, UX Design, em tradução literal, significa Design de Experiência do Usuário. O UX Designer tem como objetivo garantir que o usuário tenha a melhor experiência de uso com relação a um determinado produto ou serviço, seja no ambiente digital, seja no físico.

Nesse contexto, o UX Designer é o profissional responsável por pensar, planejar e desenvolver a identidade visual, a organização de informações, o fluxo de navegação, entre outros elementos que devem ser pensados para contribuir no desenvolvimento de um produto ou serviço, visando uma experiência única e de alto nível para os usuários. 

Para fazer isso, um UX Designer deve passar por um processo de trabalho que envolve as seguintes etapas:

  • Definição de estratégias;
  • Geração de ideias;
  • Planejamento;
  • Desenho;
  • Validação e Pesquisa;
  • Métricas;
  • Lançamento de MVP;
  • Testes de usabilidade.

Qual o perfil de um UX Designer?

Há diversas características que fazem parte do perfil de um profissional de UX Design, entre elas:

  • Ter habilidade de design e sensibilidade para a interação dos usuários; 
  • Ter habilidade de comunicação e apresentação de ideais; 
  • Saber resolver problemas de forma eficaz e criativa;
  • Estar constantemente atualizado das novidades.

Além das características pessoais, esses profissionais precisam ter noções de psicologia e neuromarketing para entender o usuário, de design para identificar quais pontos o produto ou serviço precisa para que o usuário possa usá-lo, e também de computação e programação para entender quais são as implicações técnicas das suas ideias.

Quanto ganha um UX Designer?

Segundo os dados divulgados pelo trampos.co, a faixa salarial de um Designer UX varia entre R$ 2.000 e R$ 4.000 por mês. Além disso, um profissional Sênior que trabalha em grandes empresas nacionais ou internacionais pode receber até R$ 8.000 por mês.

Como é o mercado de trabalho?

Com a necessidade de oferecer experiências de qualidade aos usuários, o UX Design está em constante ascensão e a busca por profissionais qualificados cresce na mesma proporção.

Tendo em vista que a experiência do usuário sempre está em transformação e deve prever múltiplas plataformas, é necessário que os profissionais de UX Design mantenham-se em constante atualização e tenham conhecimentos avançados em Design gráfico, Programação, Interação do usuário e saibam fazer leitura de dados do Google Analytics.

Como posso me tornar UX Designer?

Ter uma rede de apoio é muito vantajoso e vai muito além de apenas fazer networking ou ter referências. Participar de eventos, começar um novo curso, tirar as suas dúvidas e trocar experiências te ajuda a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. 

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Carreira

Da sala de aula até a defesa do projeto: A jornada dos formandos do curso de UX Design

Toda jornada tem início, meio e fim. A defesa do projeto final é o final da jornada de alguns de nossos alunos com a Mentorama, mas o início de uma nova fase no mercado de trabalho. 

A Mentorama se orgulha em  fazer parte da trajetória de diferentes pessoas que buscam novos horizontes na vida profissional. Para celebrar este momento marcante na vida de todos, conversamos com alguns alunos que nos  contaram mais detalhes sobre os desafios e a emoção de concluir o curso de UX Design. Continue lendo e confira!

O caminho

Rafael Yamanouti, 25 anos, destacou que “A jornada foi repleta de desafios pelo caminho”, e lembrou dos altos e baixos “como uma boa história deve ser!”

Arianne Anabuki, 35 anos, afirmou a importância do aprendizado durante todas as fases do curso e lembrou como o curso e outras atividades foram importantes em seu processo de migração do Marketing para o Design: “Eu venho de um background de marketing e esse foi meu primeiro curso de UX Design. Além do conteúdo online das aulas pré-gravadas, consumi muito conteúdo de webinars da Mentorama, links disponibilizados pela tutoria no Discord e pratiquei com os exercícios dos módulos.”

Segundo ela, o projeto final foi excelente para treinar o desenvolvimento completo dos processos de UX, desde a pesquisa à entrega de protótipo. Arianne também destaca os tutores e mentores, afirmando que “Todos sempre foram muito zelosos com os alunos no canal do Telegram. Receber o feedback dos mentores ao vivo é muito gratificante e importante para o nosso desenvolvimento profissional. As devolutivas dos tutores durante o curso também foram ótimas, com vídeos explicativos dos trabalhos. Adorei toda a experiência!”

Rafael também destacou a importância dos mentores no processo: “Acho que a parte mais legal foi o finzinho, principalmente pelo  projeto final e o desenvolvimento do trabalho de conclusão ter o  auxílio de ótimos mentores, em especial o Gabriel da Duck Design Studio.”

Desafios

Mas como toda boa jornada, o herói tem que enfrentar algumas dificuldades no processo antes de alcançar o grande objetivo. Felipe Barretti, 27 anos, destacou que um dos principais desafios encontrados foi compreender como uma pesquisa resulta em uma solução digital: “Eu tinha bastante receio de fazer UI, mas como UX Designer você não pode fugir disso, e quando eu comecei a transformar as pesquisas em soluções, eu fiquei extremamente satisfeito” completa.

A gestão do tempo é fundamental para conciliar o cotidiano com os estudos. Esse ponto foi lembrado pelo Fabrício Carvalho, 20 anos: “O meu maior desafio foi a gestão do tempo. Mas resolver isso foi bem simples. Os módulos dos cursos são divididos em aulas curtas, mas completas. E isso garantiu que eu conseguisse estudar pelo menos 1 aula por dia.”

Fabrício também ressalta que o tempo de um mês para a realização do projeto final “foi mais que suficiente!”

A história continua

Toda boa saga tem uma continuação, os próximos capítulos em uma nova carreira ainda serão escritos. Mas se depender da Marianna Oliva, os próximos passos serão de constante evolução.  

Aos 27 anos, ela destaca a importância de estar constantemente  atualizada para enfrentar os desafios do mercado de trabalho: “Vou me inserir no mercado, continuar meus estudos na área e aprimorar minhas soft e hard skills. Como a área de tecnologia e experiência do usuário estão sempre em inovação, temos que estar sempre estudando e atentos às tendências de mercado.”

A todos os nossos formandos, o nosso muito obrigado e sucesso! 🚀

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Design

O que é UX Design?

O UX foi um dos termos mais pesquisados nos últimos anos, principalmente por empresas e pessoas que querem trabalhar com produtos ou serviços no digital. Mas afinal de contas, o que é UX Design? Qual sua importância? Para que ele serve? Essa e outras perguntas serão respondidas neste artigo, por isso, continue lendo!

O que é UX Design?

UX é a abreviação para User Experience. Portanto, UX Design, em tradução literal, significa Design de Experiência do Usuário

Podemos dizer então que UX Design é uma área que tem como objetivo garantir que o usuário tenha a melhor experiência de uso com relação a um determinado produto ou serviço, seja no ambiente digital, seja no físico.

Entretanto, UX vai muito além da maneira como as pessoas utilizam um produto ou serviço, ele também visa outros pontos importantes, como por exemplo, a navegação de um site, a facilidade do processo de compra, o desenvolvimento de um produto ou serviço, entre outros critérios.

Ou seja, pode-se dizer que todos os aspectos que envolvem a jornada do usuário, envolvem o UX Design. Além disso, é importante ressaltar que todas as empresas já oferecem o UX aos seus clientes, a diferença é se ela é eficiente ou não. 

Por exemplo, se um usuário entra no site de uma loja de celulares que começa a apresentar lentidão para carregar as informações e até mesmo começa a travar, ele está experienciando uma UX falha que, muito provavelmente, fará ele desistir da compra. 

Leia também: 10 tendências de UX Design para 2021

Por que investir em UX Design?

Do ponto de vista das empresas, investir na experiência do usuário é a chave do sucesso para agregar valor aos clientes ao mesmo tempo em que o fideliza e o faz promover a experiência de qualidade que vivenciou.

Portanto, se uma empresa quer ganhar mais dinheiro e quer que seus clientes gostem mais dos seus produtos ou serviços, investir em UX é ideal para que seus clientes tenham uma boa experiência e possam passá-la adiante.

Já do ponto de vista do usuário, a relevância do UX fica ainda mais evidente. De forma geral, as pessoas procuram produtos e serviços que proporcionem boas experiências, tendo em vista a facilidade de uso e a resolução de seus problemas. 

Como oferecer um bom UX Design?

Assim como qualquer outra metodologia, UX também possui etapas que devem ser levadas em conta para garantir uma aplicação bem sucedida. Continue lendo e conheça os 3 pilares de um bom UX!

#1 Base da pirâmide: utilidade

A base da pirâmide de um bom UX deve começar com um propósito de solução claro sobre uma dor ou problema que o usuário possui. Portanto, antes de desenvolver a experiência de usuário, você deve se perguntar se o usuário realmente PRECISA do produto ou serviço que você oferece.

#2 Meio da pirâmide: usabilidade

O segundo pilar da pirâmide de um bom UX é a usabilidade, afinal, não adianta nada ter um produto ou serviço funcional se os usuários não conseguem usá-los. É aí então que entra a usabilidade, também chamada de “facilidade de uso”. Nessa etapa, você deve se perguntar se o seu produto ou serviço permite que o usuário consiga utilizá-los facilmente, sem enfrentar nenhuma barreira de acesso.

#3 Topo da pirâmide: desejabilidade

Por fim, mas não menos importante, o topo da pirâmide consiste na desejabilidade e encantamento que o seu produto ou serviço gera nos usuários. Esses sentimentos se concretizam de várias formas, passando por todos as etapas da pirâmide, sendo presente desde a assertividade da solução, a facilidade de uso e a comunicação “humanizada”, até o layout amigável que será responsável por tocar o coração deste usuário. Por isso, nessa etapa você deve se perguntar se o seu produto ou serviço desperta nos potenciais e atuais clientes a desejabilidade.

E aí, curtiu as dicas? Você já conhecia UX Design? Deixe sua dúvida ou comentário abaixo, vamos trocar conhecimentos! E para turbinar o seu, sugerimos outro conteúdo sobre o tema. Clique aqui e boa leitura!

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Carreira

“A tecnologia nunca irá mudar se sempre for feita pelas mesmas pessoas”

Karina Tronkos é um fenômeno! Aos 24 anos, ela possui mais de 80 mil seguidores no Instagram e, com projetos inovadores voltados para a educação, venceu as últimas CINCO edições da Worldwide Developers Conference da Apple.

Karina trabalha como product designer no Hurb e é criadora de conteúdo no Nina_Talks, canal criado por ela no Instagram onde compartilha sua jornada no UX Design e tudo que a inspira e empolga no universo da tecnologia.

Conversamos sobre carreira, desafios do cotidiano, inspirações e habilidades para se destacar no UX Deisgn. Confira a entrevista feita com ela!

1. Karina, conta um pouco mais sobre você e como surgiu a sua paixão pelo universo da tecnologia.

É algo que surgiu desde pequena! Meu pai é cientista da computação e ele e a minha mãe trabalharam numa das maiores empresas de tecnologia, a Digital Equipment Corporation (DEC), então eu e o meu irmão sempre estivemos muito imersos nesse universo de tecnologia! 

Computador, videogame e muito mais. Então eu pedi para os meus pais quando eu tinha uns 12 anos para fazer um curso de robótica, eu amava jogar videogame e isso foi essencial para eu querer seguir uma carreira na área. Todo esse apoio dos meus pais e também ter sido apresentada para esse universo. Muitas meninas nem enxergam que elas podem trabalhar com isso, que é algo “masculino”.

2. O que mais te inspira na hora de criar um projeto?

Minha inspiração e a minha criatividade vem de tudo que eu consumo! Eu amo demais estudar, conversar com as pessoas, consumir conteúdos dentro e fora da minha área de atuação. 

Eu estou sempre buscando expandir o meu repertório e olhar tudo à minha volta com um olhar curioso, um olhar questionador. Toda vez que eu paro e penso: “como que isso surgiu? Como foi projetado? Qual a história disso? Que problema isso aqui está tentando resolver? Será que existe uma forma melhor de se resolver isso?” eu fico com a cabeça borbulhando de ideias!

3. O que é imprescindível para que um projeto de UX Design seja aplicado de forma correta?

Empatia, ser apaixonado pelo problema e não pela solução e ouvir as pessoas de coração aberto. 

Muitas pessoas visionam uma solução e vão em busca de informações que reforçam que a solução que elas pensaram inicialmente é a melhor. Mas assim nós estamos invertendo o processo. A gente precisa sempre buscar chegar na raiz do problema, investigar, mapear, projetar, testar e aí então chegar com uma solução. E na grande maioria das vezes sai uma solução completamente diferente da original. Mas porque a gente entendeu de verdade o que precisa ser resolvido.

4. Quais são as tendências para o futuro do UX Design e como você enxerga o mercado da área?

Algo que não é exatamente uma tendência mas que eu acredito muito que é importantíssimo é numa relação muito mais fluida entre o universo físico e o digital, o famoso “phygital”. Nós UX Designers estamos imersos no mundo de produtos digitais, mas os nossos produtos são utilizados por pessoas reais, com mentes e vidas complexas. Então poder estabelecer uma comunicação sem atritos entre esses dois mundos é algo que eu considero importantíssimo.

Outro ponto é do UX Design ir além das telas. De nos ajudarmos mais em tomadas de decisões estratégicas nas empresas, otimizando processos, trazendo eficiência e um mindset focado nas pessoas para outras áreas. Design como abordagem para propostas de novos negócios, novos processos, de solução de problemas.

5. Quais habilidades são indispensáveis para ter sucesso como UX Designer?

Ser curioso, gostar de resolver problemas, saber trabalhar de forma colaborativa e inclusiva, ser um “lifelong learner”. Nós trabalhamos fazendo uma “ponte” entre diversas pessoas e áreas, então é um trabalho muito multidisciplinar e é isso que mais me encanta na área.

6. Na sua opinião, quais são os principais erros cometidos que acabam influenciando de forma negativa na experiência do usuário?

Vou citar dois:

  • Achar que pesquisa com os usuários não é necessário porque “a empresa já conhece o próprio cliente”;
  • Envolver os desenvolvedores apenas no hand-off do design pro desenvolvimento, o que pode tanto gerar retrabalho do ponto de vista de design como também não se ter um produto tão rico porque o desenvolvedor não pode trazer sua visão ao longo do processo de construção da experiência.

7. Como surgiu a ideia de criar o projeto @Nina_Talks?

Surgiu de um problema que eu mesma passei ao buscar conteúdos de UX Design para poder trabalhar na área: a falta de pessoas no início da carreira e mulheres compartilhando aprendizados, suas jornadas e dicas para quem quer entrar na área.

8. Você venceu as últimas CINCO edições da Worldwide Developers Conference (WWDC) da Apple. Qual é a sensação de representar o Brasil em um evento mundial?

É inexplicável a sensação de ter o nosso trabalho reconhecido em competições internacionais! Nós brasileiros temos muito potencial e eu busco servir de inspiração, principalmente para meninas na área tech, mostrando que temos muito a conquistar!

9. A educação foi o tema que você escolheu para os seus aplicativos nas últimas edições da WWDC. Atualmente, o Brasil possui dificuldades nas duas áreas: Segundo o IBGE, 25% da população não tem acesso à internet, enquanto outra pesquisa mostrou que 40% dos brasileiros com mais de 25 anos não têm ensino fundamental completo. Com este cenário, é possível utilizar a tecnologia para democratizar a educação no país?

Na verdade, um levantamento do IBGE de 2019 disse que 82,7% dos domicílios nacionais possuem acesso à internet, um aumento de 3,6 pontos percentuais em relação a 2018. 

Ainda mais a banda larga móvel que passou de 80,2% nos domicílios em 2018 para 81,2% em 2019. Por isso devemos tanto nos preocupar com soluções mobile, porque é onde as pessoas mais têm acessado conteúdo. Então nada mais justo que utilizar um meio extremamente democrático para levar ensino para o máximo de pessoas possível!

10. Atualmente você cursa Ciência da Computação, é Product Designer e comanda o projeto @nina_talks. Quais são os planos para o futuro e como a Karina se enxerga daqui 5 anos?

Meu objetivo é continuar unindo essas minhas três paixões: design, tecnologia e educação em todos os projetos que for tocando.

11. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), no Brasil apenas 20% dos profissionais de TI representam a participação feminina. O que é necessário para superar esse gap?

Certamente não é uma equação simples pois é algo que envolve muitas variantes! Um dos princípios por detrás da pergunta “como podemos ajudar mais mulheres a considerarem uma carreira em tecnologia?” é “como podemos dar a eles as habilidades para que se sintam confiantes para seguir uma carreira em tecnologia?”. E desenvolver essa confiança envolve muitos fatores também.

Outro ponto é a questão da capacitação, pois o número de vagas em tecnologia cresce exponencialmente e faltam profissionais qualificados.

E um terceiro ponto que eu gostaria de levantar é a falta de conhecimento. Acho que muitas pessoas – não apenas meninas – não entendem completamente o que significa trabalhar com computação hoje em dia, o que as pessoas nessas funções fazem no dia-a-dia e o impacto que podem ter sobre a sociedade.

Como você pode escolher uma carreira sem ter contato com pessoas nessas funções? Sem enxergar que é possível uma mulher estar naquele cargo? São muitas barreiras que nós precisamos quebrar.

12. Qual recado você gostaria de passar para outras mulheres que desejam entrar no mundo da tecnologia?

A tecnologia nunca irá mudar se sempre for feita pelas mesmas pessoas. Nós devemos e podemos mudar a realidade do mercado de trabalho, pois nós precisamos de mais diversidade e representatividade. Não apenas de mulheres, mas de outros grupos minoritários que estão sub representados.

O espaço que nós temos hoje na área é devido às mulheres que desbravaram esse universo no passado e nós estamos aqui lutando diariamente para que outras mulheres no futuro tenham muito mais espaço e um ambiente de trabalho muito mais seguro e diverso. Vamos juntas?

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Carreira

“O que você aprendeu será sempre seu e ninguém pode te tirar isso”

Mariana Kobayashi é engenheira na área da energia há cinco anos, mora na França desde 2014 e atualmente é coordenadora de projetos digitais na Total Energies. Confira a entrevista feita com ela!

1. Quando e como surgiu sua paixão pela tecnologia?

Desde pequena sempre gostei das aulas de ciências quando aprendemos sobre as invenções do passado como os primeiros computadores e as revoluções industriais. Essa curiosidade foi crescendo com a idade e principalmente com a chegada da internet a cabo lá em casa. 

Mas o grande “click” veio após uma aula extracurricular de robótica usando legos que tive durante o ensino fundamental, lá pelos meus 13 anos. Nós usamos os legos e uma espécie de arduino da Lego para construir um robozinho que efetuava tarefas que havíamos programado. Lembro de um dos projetos finais que fizemos: um veículo que levantava uma carga e a transportava de um ponto A até um ponto B. 

Essa foi a primeira vez que tive contato com a programação. Achei super interessante e bem prático e assim a curiosidade em aprender mais sobre esse mundo da tecnologia e programação foi nascendo. Além disso, minha mãe trabalhou toda a sua carreira na tecnologia da informação. Ela se formou em matemática, mas desde o início começou trabalhando nas equipes de TI em alguns bancos.

Ai vocês vão me dizer: “Mari, por isso você gosta de tecnologia! Você tinha um exemplo em casa!”. Não foi bem assim. Na verdade lembro de ver a minha mãe super sobrecarregada, fazendo horários de trabalho absurdos, indo trabalhar de final de semana e chegando em casa bem estressada. Isso tudo me marcou bastante e no ensino médio eu decidi que não queria esse tipo de carreira. No vestibular optei então por engenharia química. Em 2012 iniciei minha graduação na Escola Politécnica da USP e mal imaginava onde eu terminaria hoje! Mas fica aí que eu vou te contar!

Aquele velho ditado que diz “O bom filho à casa retorna”, cai como uma luva pra mim! Durante a faculdade de engenharia química minhas matérias preferidas eram iniciação a programação e simulação de processos usando softwares comerciais para engenharia. Para quem não é da área, podemos comparar isso a um início bem simples de digital twin dos processos físicos e químicos da planta.

Durante o terceiro ano de faculdade fui fazer um intercâmbio de duplo diploma em uma universidade na França e o que me fez escolher esse programa foi o enfoque dado pela universidade na computação aplicada na engenharia.

Também durante meus estágios sempre tive curiosidade em descobrir novas ferramentas digitais, ajudando a implementá-las nas empresas que trabalhei, mesmo sendo, ainda nessa época, na área técnica chão de fábrica de engenharia química.

Minha entrada no mundo da tecnologia aconteceu de fato durante meu mestrado na área da energia em 2017. Comecei a trabalhar em um tema de modelagem de processos usando C# e .net. Em seguida fazíamos também otimização de parâmetros desses modelos. Podemos fazer uma analogia com a otimização de hiperparâmetros de modelos de aprendizado de máquina no contexto atual de Data Science.

2. O que te chamou atenção na área de dados a ponto de escolhê-la como profissão?

A possibilidade de resolver problemas concretos e ajudar outras pessoas. Os dados estão por toda parte e podem ser usados para alavancar negócios, otimizar vendas, ajudar na criação de novos produtos, melhorar performance de produção, prever e prevenir desastres, reforçar a segurança de plantas industriais. Poderia ficar horas falando sobre a importância dos dados rsrs.

Percebi tudo isso quando estava lá do outro lado da força, na equipe de engenheiros que necessitavam de ajuda para lidar com seus dados. Ter sentido na pele como soluções digitais, ou seja, novas ferramentas, baseadas em dados nos ajudaram no nosso cotidiano na planta industrial chamou minha atenção para a área de dados e decidi seguir esse caminho após essa primeira experiência.

Refinaria no sul da França que trabalhei entre 2016 e 2017, onde percebi a importância dos dados no meio industrial.

3. Como tem sido a experiência de ser coordenadora de projetos de transformação digital?

Incrível. Diria que foi uma das melhores oportunidades que tive na vida. Gosto muito de poder ter um cotidiano dinâmico e encontrar múltiplos stakeholders. Pois devo coordenar as informações de novos projetos nas áreas de integração, gestão e análise de dados de 10 plantas industriais. 

Assim, quando um engenheiro técnico de uma dessas plantas necessita de uma nova solução eu devo entender e transmitir a sua necessidade às equipes de tecnologia. Esse exercício de tradução entre as áreas técnicas de negócio e de tecnologia me permitiram aprender muito. A gestão entre vários interlocutores me ajudaram a desenvolver ainda mais minhas habilidades de comunicação e socioemocionais.

4. Quando surgiu a ideia de criar o podcast missão 5.0?

O Podcast Missão 5.0 foi criado no início de 2021 com o objetivo de compartilhar conhecimento com outras pessoas que também estão buscando aprender mais sobre tecnologia e dados. Também falo bastante de temas mais abrangentes como os novos métodos de trabalho, gestão de projetos, transformação digital, indústria 4.0, digital twin, IoT, como evitar vieses nos algoritmos, presença feminina nos mercados de tecnologia, industrial e de ciência de dados. 

O que me motiva bastante é ver tantas pessoas como eu, que não se formaram em uma faculdade da área de tecnologia da informação, querendo entrar na área e percebendo como a tecnologia e os dados são essenciais e super presentes nas nossas vidas, tanto pessoal quanto profissional.

Eu acredito que todos nós devemos ser capazes de entender pelo menos um pouquinho sobre esses temas. Os dados estão por toda parte e quem não souber lidar com eles e “ser fluente em dados” como costumamos dizer na empresa que trabalho, pode sim ter desvantagens competitivas no mercado e na sua carreira. Portanto investir em aprender mais sobre tecnologia e dados mesmo não sendo originalmente dessas áreas vale muito a pena! 

Já dizia David Epstein no seu livro “Por que os generalistas vencem em um mundo de especialistas”: “Com a tecnologia transformando o mundo em redes mais vastas de sistemas interconectados nos quais cada indivíduo vê apenas uma pequena parte, também precisamos de pessoas que começam de forma ampla e adotam diversas experiências e perspectivas enquanto progridem. Pessoas com amplitude”.

5. Como você enxerga o mercado de trabalho morando na França?

O mercado de trabalho francês, assim como o europeu, tem uma grande demanda por profissionais da área de tecnologia, como cientistas de dados, Product Manager e Product Owner na área de dados, Data Engineer, Machine Learning Engineer, DevOps e MLOps Engineer, Scrum Master, desenvolvedores, representantes de negócios que entendam do funcionamento de projetos ágeis.

Profissionais T, ou seja, que conhecem um pouco de outras tecnologias e conceitos além de ser especializado na sua área, estão sendo bastante valorizados no mercado. Geralmente são cargos bem pagos e com possibilidade de trabalho remoto. Ainda não é muito comum o trabalho full remote onde a mesma equipe está  em diferentes fuso horários, mas está crescendo cada vez mais.

6. Quais as principais diferenças entre trabalhar no Brasil e na França? 

Acredito que aqui na França as pessoas mantêm uma distância maior entre os colegas de trabalho, são geralmente mais sérias e mais rigorosas. De forma geral, as empresas respeitam mais o equilíbrio de vida pessoal e profissional. Podemos perceber isso já pelo número de dias de férias em um ano, eu por exemplo tenho 40 dias úteis por ano que posso usar de forma esporádica ou duas ou três semanas consecutivas.

Na minha opinião e de acordo com as pessoas que já pude cruzar no trabalho, vejo que os brasileiros têm mais ambição, o que pode resultar em mais trabalho produzido. Assim, num time com o mesmo número de pessoas, o time francês demora mais para entregar a tarefa completa.

Moro há 7 anos na França e algo que sempre gosto de ressaltar é que o ensino superior brasileiro é muito bom! Temos que acreditar mais em nós mesmos. Os estrangeiros nos vêem com muito bons olhos, nos acham inteligentes e trabalhadores. Geralmente gostam de empregar brasileiros. 🙂

7. Qual conselho você daria para quem quer morar fora ou investir em carreira internacional? 

Invista em você, invista no seu conhecimento e aprendizado. Você pode mudar de emprego, mudar de profissão, mas o que você aprendeu será sempre seu e ninguém pode te tirar isso.

Acredito que hoje os profissionais mais valorizados no mercado são aqueles que sabem se adaptar e aprender. Então nunca pare de aprender! Principalmente na área de tecnologia e dados, as diferentes linguagens de programação, métodos de trabalho e stacks de tecnologia mudam muito, mas muito rápido mesmo. Ninguém pode e nem deve saber tudo, então vai com calma e aprenda no seu ritmo, mas acima de tudo, não pare de aprender!

8. Quais são suas perspectivas profissionais para o futuro? 

Frente às grandes mudanças que estão acontecendo no mercado e nos métodos de trabalho eu gostaria de passar a trabalhar full remote. Sonho em poder ser uma Nômade digital em um futuro próximo e poder morar um tempo em cada lugar; poder ir visitar meus pais, meus amigos, parentes, voltar a morar na França, na Bélgica quando bem entender e também em países que nunca morei.

Em 2020 eu fundei uma associação sem fins lucrativos na área da educação de competências socioemocionais. O Sociocate é uma plataforma online de uso gratuito e destinada a pais, educadores e instituições de ensino. Gostaria de poder me dedicar mais a projetos de impacto social.

Além disso, pensando na evolução a curto prazo da minha carreira na ciência de dados, gostaria de continuar me desenvolvendo como manager e ganhando mais responsabilidades, tanto técnicas como de gestão de pessoas.

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Marketing

5 TED Talks para profissionais de marketing

TED Talks (Tecnologia, Entretenimento e Design) são vídeos de conferência realizados em diversos países. Em geral, são falas curtas, de até 18 minutos, que têm como principal objetivo propagar ideias que valem a pena divulgar e introduzir novos pontos de vista em determinados assuntos.

Há 20 anos, o tema de muitas conferências têm sido o marketing e seu impacto na sociedade. Os palestrantes incluem profissionais renomados e outros representantes da indústria. Nesse artigo, selecionamos 5 TED Talks que todo profissional da área de marketing deveria assistir! Continue lendo e descubra quais são eles.

Leia também: Marketing de Performance: tudo sobre!

#1 Tim Urban – Dentro da mente de um procrastinador mestre

Nesse TED, Tim Urban diz que sempre soube que a procrastinação não faz sentido, mas confessa que nunca conseguiu se livrar desse hábito. Nessa palestra hilária e perspicaz, ele utiliza o bom humor para explicar como funciona a mente de um procrastinador e nos leva a uma jornada de reflexão, mostrando como podemos mudar esse cenário para sermos mais produtivos. 

#2 Lera Boroditsky – Como a linguagem molda a maneira como pensamos

Você saberia dizer como a linguagem pode moldar o nosso pensamento? Nessa palestra, a cientista cognitiva Lera Boroditsky nos ensina como utilizar a linguagem a nosso favor. A palestra é ideal para profissionais que queiram melhorar a sua abordagem junto ao público-alvo em campanhas de Marketing.

#3 Design Thinking – Solucionando problemas complexos

Design Thinking é uma abordagem poderosa utilizada para a resolução de problemas complexos que estimula a criatividade na direção de um trabalho mais “mão na massa” baseado em projetos e desafios reais. Nesse TED, você aprenderá com Ricardo Ruffo como essa metodologia pode liberar a criatividade das pessoas e melhorar a capacidade de resolver problemas complexos, no mundo real.

#4 Renny Gleeson –  404, a história de uma página não encontrada

Para todos, o erro 404 é o fim da linha? Não para Renny Gleeson! Nesse TED, ele nos mostra que a página de erro 404 pode ser, na verdade, uma grande oportunidade para construirmos uma estratégia de marketing digital mais eficiente. 

#5 Sheena Iyengar – Como escolher mais facilmente

Nesse TED Talks, você descobre as consequências de oferecer muitas opções ao público. A palestrante Sheena Iyengar mostra quatro técnicas que as empresas podem utilizar para evitar uma sobrecarga de opções. O objetivo é focar e simplificar a escolha! 

Gostou das dicas?  Os TED Talks são palestras repletas de criatividades onde diversos profissionais compartilham opiniões com soluções criativas para as mais diversas situações! Deixe sua opinião nos comentários! Vamos adorar saber. 

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Programação

Inteligência Artificial: qual linguagem utilizar?

A Inteligência Artificial (IA)  já faz parte de quase todas as coisas do nosso dia a dia e por isso, é essencial conhecer as melhores ferramentas utilizadas nessa área. Confira neste artigo as principais linguagens de programação recomendadas para profissionais de aprendizado de máquina!

Leia também: Programação para iniciantes: dicas de carreira

O que é Inteligência Artificial?

A inteligência artificial (IA) pode ser compreendida como um conjunto de diversas tecnologias que são capazes de simular ações humanas de maneira rápida e assertiva. Um exemplo das funções provenientes da inteligência artificial são os testes de raciocínio, análise para tomada de decisões e automatização de tarefas.

Portanto, podemos dizer que a IA é uma ciência da computação cujo objetivo principal é usar a tecnologia para o progresso. Além disso, existem diversas linhas de estudo da inteligência artificial, entre elas: jogos, robótica, reconhecimento de voz e escrita, linguagem de programação, entre outras. 

Inteligência Artificial: qual linguagem utilizar?

Existem muitas dúvidas sobre quais as melhores linguagens de programação para inteligência artificial. Veja abaixo as 5 mais populares:

1. Python

Python é uma linguagem de programação que pode ser utilizada para as mais diversas aplicações. Ela foi projetada visando ser de fácil leitura e utilização, contendo uma quantidade de códigos muito menor do que os códigos feitos em Java e C + +, por exemplo.

Multiplataforma, ela é uma linguagem que ganhou muito destaque nos últimos anos por ser de fácil leitura e utilização, além de ter se tornado uma das principais linguagens para o desenvolvimento de IA, Machine Learning e Big Data  — áreas em grande crescimento nos últimos anos.

O Python é uma das linguagens de programação mais recomendadas para ser utilizada na inteligência artificial, pois:

  • É uma linguagem universal e você pode escrever qualquer coisa nela – desde um serviço em nuvem a uma rede neural;
  • Tem uma comunidade ativa e um grande número de ferramentas de ML gratuitas;
  • Iniciantes em desenvolvimento geralmente começam com Python por sua sintaxe ser simples e direta.

2. C++ 

C ++ é uma linguagem poderosa no qual os programas são executados de forma estável e rápida. Entretanto, muitas pessoas não gostam por causa da sintaxe complexa e da abundância de funções abstratas. 

A vantagem do C ++ é que você pode gerenciar manualmente a RAM e a recuperação de dados. Isso ajuda a otimizar o trabalho do programa se houver muitos dados para processar, se os recursos forem limitados e a velocidade for crítica.

3. JavaScript

Também conhecida como JS, JavaScript é uma linguagem de programação usada para desenvolver aplicações, sistemas e serviços de alta complexidade. Ela é uma das linguagens mais populares e isso é dado pelo fato dela possuir uma curva de aprendizado consideravelmente fácil, por mais que a linguagem tenha as suas particularidades. 

Provavelmente você já tenha ouvido falar do JavaScript apenas em conjunto com HTML e CSS quando se trata de web design e front-end. Mas o que muitos não sabem é que JS também pode ser usado para desenvolver interfaces de usuário.

4. Java

Java nada mais é do que um tipo de linguagem de programação criada e comercializada pela Sun Microsystems em 1995 e atualmente mantida pela Oracle. Ela é definida como uma linguagem de programação orientada a objetos que é amplamente usada para o desenvolvimento de sites e aplicativos.

Dica: se você já é familiarizado com Java, sugerimos que você pule para o aprendizado de máquina com ele. Mas se você não o conhece e está indo para a IA, é melhor aprender outro idioma. Existem muitos projetos de aprendizado de máquina Java no GitHub. Mas a infraestrutura no campo de ML para o mesmo Python é muito mais rica, é mais fácil aprendê-la do zero a um bom nível.

5. C #

C # é uma linguagem versátil, flexível e rica em recursos da Microsoft. Ele permite que os programadores escrevam tudo, desde aplicativos de sistema a sites. A Microsoft oferece suporte ativo ao C # e até criou a biblioteca ML.NET para ele, que contém tudo o que você precisa para trabalhar com aprendizado de máquina. 

A empresa vem testando ativamente a biblioteca há anos e só depois disso a tornou disponível ao público. Conforme concebido pelos desenvolvedores, ele deve se tornar uma alternativa para várias bibliotecas Python e tornar o C # a linguagem líder em ML. 

Popularidade das linguagens no mercado de trabalho

Geralmente os empregadores procuram candidatos com experiência em desenvolvimento em uma destas linguagens:

  • Python: A maioria das empresas usa python e suas bibliotecas. Ele é versátil e pode se integrar a qualquer coisa, além de poder ser adaptado para aprendizado de máquina graças ao grande número de bibliotecas;
  • C ++: Esta é a segunda linguagem mais popular entre os empregadores. Quando surge uma tarefa do mundo da Internet das Coisas ou da robótica, você tem que trabalhar diretamente com o hardware e não pode ficar sem ele;
  • Java: Uma das línguas mais populares do mundo. Portanto, é mais fácil para as empresas contratar um desenvolvedor para seu projeto neste idioma.

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